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oportunidades de publicação, pesquisa, cursos e eventos

Voltado ao fomento do diálogo e à troca de experiências e de conhecimentos científicos nas Ciências Criminais, o Evento acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de novembro de 2020, no formato online.

Programação

11/11 – quarta-feira

HORÁRIOATIVIDADE
MESA DE ABERTURA
08hProf. Dr. Fabrício Dreyer de Ávila Pozzebon (Decano da Escola de Direito – PUCRS)
Prof. Dr. Nereu José Giacomolli (Coordenador do PPGCrim – PUCRS)
Prof. Dr. Ingo Wolfgang Sarlet (Coordenador do PPGD – PUCRS)
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
08h30Prof. Dr. David Garland (Universidade de Nova York)
MESA REDONDA: CAUSAS ESTRUTURAIS DOS PROBLEMAS COM CRIME, POLÍCIA E PUNIÇÃO NAS AMÉRICAS
09hProf. Dr. Máximo Sozzo (Universidade Nacional del Litoral)
09h30Prof.ª Dr.ª Vanessa Chiari Gonçalves (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
MESA REDONDA: JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL E INTERPRETAÇÃO
18h30Prof. Dr. Lênio Streck (UNISINOS-RS)
19hProf.ª Dr.ª Clarice Beatriz Sohngen (PUCRS)
19h30Prof.ª Dr.ª Jânia Maria Lopes Saldanha (Universidade Federal de Santa Maria)

12/11 – quinta-feira

HORÁRIOATIVIDADE
MESA REDONDA: COLABORAÇÃO E MACROCRIMINALIDADE
09hProf.ª Dr.ª Adriana Alves dos Santos Cruz (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
09h30Prof.ª Dr.ª Anabela Miranda Rodrigues (Universidade de Coimbra)
10hProf. Jan-Michael Simon (pesquisador senior do Instituto Max Planck para a Investigação do Crime, da Segurança e do Direito)
13h30 às 18h30Grupos de Trabalho (GTs)
MESA REDONDA:  SEGURANÇA PÚBLICA E REFORMA DAS POLÍCIAS NA AMÉRICA LATINA 
18h30Prof. Dr. Roberto Kant de Lima (Universidade Federal Fluminense)
19hProf.ª Dr.ª Lucia Dammert (Universidad de Santiago del Chile)
19h30Profª. Dra. Jaqueline Muniz (Universidade Federal Fluminense)

13/11 – sexta-feira

HORÁRIOATIVIDADE
MESA REDONDA: MEIOS OCULTOS DE INVESTIGAÇÃO
09hProf. Dr. Manuel Costa Andrade (Universidade de Coimba)
09h30Prof. Dr. Manuel Valente (Universidade Autónoma de Lisboa)
10hProf.ª Dr.ª Flaviane de Magalhães Barros (Universidade Federal de Minas Gerais)
13h30 às 18h30Grupos de Trabalho (GTs)
MESA REDONDA:  JURISDIÇÃO PENAL CONSTITUCIONAL 
18h30Prof.ª Dr.ª Maria João Antunes (Ex-magistrada do Tribunal Constitucional Português)
19hMin. Gilmar Mendes (Ministro do STF; Instituto Brasiliense de Direito Público)
20h30Encerramento

Inscrições

CATEGORIA     
Alunos PUCRSR$ 70,00
Alumni PUCRSR$ 70,00
Alunos externosR$ 80,00
Estudantes de Pós-graduação PUCRSR$ 100,00
Estudantes de Pós-graduação outras IESR$ 120,00
Público GeralR$ 130,00

Maiores informações no site do evento: https://www.pucrs.br/eventos/inst/11cienciascriminais/

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Gratidão. 

Ao longo da história, houveram diversos pontos em que as mulheres foram colocadas em posições inferiores ou com menos acessibilidade educacional e de oportunidades, o que as impediram de alcançar espaços políticos e sociais de relevância para prospectar suas próprias pautas.

Hoje conseguimos falar um pouco mais sobre o assunto e buscar políticas públicas de inclusão, mas, sabemos que estruturalmente ainda há muito para se modificar, afim de situações como a dupla jornada de trabalho, não as atrapalhe de realizar seus sonhos profissionais e/ou acadêmicos.

Pensando nisso, convidamos a advogada Dra. Paloma Marcelino Araújo para falar sobre sua experiência enquanto concurseira para o cargo de delegada da polícia civil.

Paloma Marcelino Araújo

Embora na área do direito seja um dos cargos mais procurados, é o que tem menos mulheres os representando.

  • Você sempre quis prestar esse concurso?

“Meu contato com o mundo dos concursos públicos começou ainda na adolescência em torno dos 14 anos, a princípio voltado para a carreira militar, a busca por fazer parte da  APMBB (Academia da Policia Militar do Barro Branco) Oficial, era algo que chamava atenção, mas ainda sem muito conhecimento sobre como funcionava as carreiras policiais.

A indecisão perdurou por um curto período, mas aos 17 anos, finalizando o ensino médio, já sabia que o foco seria a instituição da Policia Civil e que a busca seria o cargo de Delegada de Polícia. Desde então, os últimos 7 anos tem sido religiosamente voltados a realização desce objetivo.”

  • Como está sendo sua preparação para o concurso público?

“Entendo que cargos em carreira jurídica iniciem sua preparação já no ingresso ao curso de Direito, já que esse requisito é um ponto de partida para os próximos passos.

Após o termino da faculdade tentei estabelecer uma rotina de estudos mais organizada. Separo um horário para um bloco de estudo antes de sair para o trabalho, o que me obriga a acordar ás 4h00 e a noite após o retorno do trabalho busco cumprir mais um bloco de pelo menos 1h30, dividindo os horários em vídeo aulas, leitura de lei seca, informativos e questões, aos sábados e domingos busco realizar as revisões blocadas das matérias com a realização de um simulado ao final de cada mês.

A questão na preparação para qualquer cargo acredito que seja conhecer o seu método, o seu tempo e o seu limite, mas principalmente conseguir equilibrar as obrigações e necessidades.”

  • Você enquanto aluna de graduação, fez alguma opção diferenciada, visando a carreira? 

“Durante o período da faculdade não tive tanto tempo disponível para me dedicar a eventos que me permitissem uma grande aproximação da carreira, pois o trabalho e trajeto sugavam quase todos os horários. Por muito tempo me culpei e me desesperei, especificamente no ano de 2018 quando ocorreu um último concurso para DELTA/SP, enlouqueci completamente. Até entender que devemos respeitar a ordem das coisas e que naquele momento eu tinha que buscar a conclusão do curso e a aprovação na prova da Ordem. Foi o que eu fiz.”

  • A partir da posse, o que você espera como nova delegada? 

Falar sobre a futura posse é algo que causa um misto de emoções. Só nós que estamos na luta sabemos o quanto desejamos e, consequentemente, as inúmeras responsabilidades que esse evento irá nos trazer.

Sem dúvidas, hoje a carreira do delegado de polícia é ampla e muito diversificada, tendo como mesmo propósito a resolução de conflitos na área da segurança.

A figura do delegado nada mais se assemelha a imagem truculenta veiculada de maneira equivocada por anos, mas sim a técnica e inteligência. Acredito que mais do que esperar do cargo, espero da instituição, de modo que eu possa contribuir com as constantes e positivas mudanças.”

  • Se pudesse dar um recado para todos aqueles que estão se preparando para o concurso, qual seria?  

“Sonhamos muito com os cargos e parece muita pretensão imaginar como será quando chegarmos lá, mas nessa jornada solitária que o concursando percorre aprendi com uma grande inspiração Dr. Carlos Alberto da Cunha que já somos delegados, juízes, promotores e etc., e que o estudo e aprovação é apenas mais uma fase e que só não passa quem não faz prova.

Para aqueles que estão na busca de suas funcionais, sejam elas quais forem, acredito que o segredo seja a constância, entender que iremos nos cansar e devemos aprender diariamente como equilibrar essas questões. Por fim, busquem pessoas que buscam o mesmo que você, mas muita ATENÇÃO: não se compare, tampouco acredite em resultados mirabolantes, somos seres individuais e ser grato as nossas conquistas ainda que pequenas torna tudo mais acessível.

  • Deixe um recado para todos aqueles que tem se dedicado como você ao concurso! Incentive-os!

“Aos colegas de jornada, desejo disciplina e equilíbrio, que em todos os dias consiga entender que o que abdicamos agora não é nada perto do ápice do objetivo.

Lembrem-se sempre, nessa jornada quem não suporta o processo, não é digno do propósito.”

Uma figura de inspiração para a concurseira entrevistada é a Dra. Raquel Kobayashi Gallinati, delagada da polícia civil e presidente do SINDESP. Pensando nisso, tambem a contatamos para nos contar um pouco mais sobre sua experiência nessa jornada.

Raquel Gallinati
  • Sempre teve o desejo de prestar esse concurso?

Dra. Raquel Kobayashi Gallinati para falar sobre a carreira e suas experiências.

  • Como foi o início de sua carreira? Sempre quis ser dessa área?

Eu sempre tive apreço pela área de segurança e quando decidi investir na carreira pública e estudar para concurso, minha decisão pela posição de delegada de polícia estava tomada, porque ela propicia uma carreira jurídica, que é a minha área de formação, com um retorno direto para a sociedade, através do atendimento a um setor fundamental para a população, que é a segurança. O início da carreira é muito positivo, porque os aprovados em concurso passam por uma formação excelente na Academia de Polícia Dr. Coriolano Nogueira Cobra e eu sempre trabalhei com colegas extremamente competentes e comprometidos, o que facilitou muito a minha transição da academia para o distrito policial e os meus primeiros meses de trabalho.

  • Como foi sua preparação para o concurso de delegada de polícia?

A preparação exige foco, dedicação e muito estudo. O concurso para delegado de polícia é extremamente concorrido e o candidato precisa estar 100% focado no objetivo, porque além de muitos, os candidatos são extremamente bem preparados para a prova. Além do curso preparatório fundamental para conseguir a aprovação, eu tinha uma rotina de estudos com uma programação de horários e cumpria essa rotina à risca.

  • Existe algo que os alunos, ainda em graduação, precisam focar quando querem ingressar na carreira de delegada de polícia?

“Um bom curso preparatório, ir para a prova preparado e com conhecimento jurídico sólido, e não desanimar caso não passe de primeira. É comum não passar na primeira tentativa e depois ser aprovado em mais de um concurso, podendo escolher onde trabalhar. É preciso estar atento ao calendário de todos os concursos, em todo o Brasil.”

  • Quais são as dicas da para quem está se preparando hoje para a carreira?

“Foco. Para passar em um concurso dessa magnitude, é preciso abdicar de outras coisas, especialmente durante o período de preparação. Saber que a aprovação exige esforço, mas que vale muito a pena quando você vê seu nome entre os aprovados.”

  • A partir da posse, o que deve esperar a nova delegada?

“Um trabalho gratificante, desafiador e fundamental para a sociedade, mas também com alguns dissabores, principalmente em São Paulo, onde a carreira pública, em especial da Polícia Civil, vem sendo sistematicamente desvalorizada pelo Governo do Estado”

  • Qual a maior dificuldade enfrentada pelos delegados atualmente?

“Em São Paulo, com certeza o desmonte da Polícia Civil, que hoje tem um deficit de quase 14 mil policiais, o que representa um terço do total. Isso obriga os policiais a trabalharem cobrindo as funções de 3 pessoas. Aliado a isso, temos falta de equipamentos, viaturas e delegacias em péssimo estado de conservação e o pior salário do Brasil entre as polícias de todos os estados. Mesmo assim, a Polícia Civil de São Paulo é a melhor da América Latina, pelo valor de seus integrantes.”

  • Como é ser a primeira delegada mulher do sindicato?

“Ser a primeira presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo é um desafio e uma honra. Desafio porque representamos todos os delegados paulistas em uma estrutura de polícia que ainda é dominada pelos homens. Hoje, as mulheres são um quarto da Polícia Civil. Mas preciso ser justa, porque recebi o apoio incondicional da grande maioria dos delegados para ocupar este cargo. E honra porque estamos abrindo espaços que as mulheres antes não ocupavam. Hoje, por exemplo, no meu segundo mandato como presidente, conseguimos equilibrar a diretoria e metade dos cargos são ocupados por mulheres.”

  • Como mulher enfrentou alguma dificuldade de ascensão ou visibilidade na corporação?

Diretamente não, mas o machismo sempre existe, especialmente em uma instituição masculina como a polícia. Mas eu e as delegadas mulheres estamos nos posicionando cada vez mais e firmando a posição feminina na polícia, inclusive em cargos de comando e posições estratégicas dentro da estrutura da Segurança Pública de São Paulo.”

Por fim, a delegada Raquel Gallinati deixou dois recados.

A todos as concurseiros ela espera que ajam como “Muito foco, planejamento e persistência. Quem realmente se dedica e estuda corretamente, mais cedo ou mais tarde atinge o objetivo!”.

Para a Dra. Paloma Araújo, em especial, o votos são para que ela “(…) mulher, que está se preparando para concurso público, não desista. A força feminina é fundamental para o serviço público, especialmente na segurança, onde a mulher ainda precisa ocupar mais espaços.

E aí? Curtiu esse post?
Como anda a visibilidade feminina na sua carreira e/ou área de atuação? Comente!

Concebido à partir das demandas cotidianas da advocacia, que tem se atentado aos benefícios e à celeridade da esfera extrajudicial, este minicurso focará em aspectos práticos da usucapião administrativa, abordando um ou outro conceito teórico, possibilitando que o cursista domine os conceitos e as técnicas necessárias para o bom uso do instituto.
O Minicurso será ministrado pela Tabeliã Substituta Aline Branco, que há mais de uma década atua na área cartorária (Cartório de Registro Civil, Registro de Imóveis, Registro de Títulos e Documentos,  Tabelionato de Protesto e Tabelionato de Notas).

Conteúdo Programático

  • Posse e propriedade
  • Ata Notarial
  • Requerimento
  • Notificações
  • Decisão

Investimento

Minicurso conta com 3 categorias de inscrição:

  • Estudantes – R$ 35
  • Profissionais – R$ 70,00
  • Inscrição solidária – de R$ 100,00 a R$ 130,00 [Optando pela inscrição solidária, você garante a sua inscrição e contribui com o custeio das bolsas deste Minicurso Usucapião na Via Administrativa]


Bolsas solidárias

A organização pretendemos distribuir (pelo menos!) 15 bolsas para participantes de movimentos populares, sociais, coletivos e organizações da sociedade civil; e para pessoas beneficiárias do auxílio emergencial e/ou do programa bolsa família.
Para solicitar uma bolsa, a interessada ou o interessado deverá preencher este formulário aqui, até o dia 02/11/2020.
resultado das bolsas será divulgado no dia 05/11/2020, mediante contato direto, por e-mail, às/aos selecionadas/os.

*Haverá certificação.

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Gratidão. 

Vozes – Estudos e Pesquisas, em parceria com a Editora Blimunda, e com o apoio da Anacrim, convida todas e todos para o I Seminário de Criminologia Feminista, que terá como enfoque a articulação do debate entre os estudos das ciências criminais e as epistemologias feministas, colocando no centro de sua proposta o corpo e a vida das mulheres, desde uma perspectiva interseccional.

Quando? 27, 28 e 29 de outubro de 2020, das 19 às 21h.
Onde?
Na sua tela! É que o I Seminário de Criminologia Feminista será inteiramente online (todes inscrites receberão o link para acesso ao ambiente virtual na véspera do evento).

Programação

27/10 – 19h – Criminologia Feminista e Interseccionalidade

Vilma Piedade
Mulher Preta. Escritora. Feminista e antirracista. Autora da obra Dororidade.

Deise Benedito
Mestra em Direito e Criminologia pela UnB. Especialista em Relações de Gênero e Raça. Ex-Perita do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate a Tortura.

Elaine Pimentel
Doutora em Sociologia pela UFPE. Mestra em Sociologia e graduada em Direito pela Ufal. Professora Adjunta do Curso de Graduação e Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Ufal. É líder dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos e Políticas Penitenciárias (NEPP) e CARMIM Feminismo Jurídico, e Vice-líder dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos sobre a Violência em Alagoas (NEVIAL) e Grupo de Pesquisa Educações em Prisões (GPEP), todos registrados no CNPq.

Soraia Mendes
Pós-Doutora em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ. Doutora em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Mestra em Ciências Políticas pela UFRGS. Consultora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Coordenadora Nacional do Comitê para América Latina e o Caribe de Defesa dos Direitos das Mulheres – CLADEM. Advogada. Professora Universitária.

28/10 -19h – Produção acadêmica feminista

Natália Damazio
Doutora em Direito Constitucional e Teoria Política pela PUC-Rio. Mestra em Teoria e Filosofia do Direito pela UERJ. Integrante do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro.

Michelle Karen Santos
Mestra e Doutoranda em Ciências Criminais pela PUC/RS. Coordenadora do Grupo de Estudos em Direito e Criminologia da Escola Superior de Advocacia da OAB-RS. Pesquisadora vinculada ao Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Segurança e Administração da Justiça Penal (GPESC|PUC/RS).

Vanessa Chiari
Doutora em Direito pela UFPR. Professora Adjunta de Direito Penal e Criminologia do Programa de Pós-Graduação em Direito e do Departamento de Ciências Penais da UFRGS. Advogada.

Marcelli Cipriani
Doutoranda em Sociologia e Bacharela em Ciências Sociais pela UFRGS. Mestra em Ciências Sociais e Bacharela em Direito pela PUC/RS.

29/10 – 19h – Mulheres e sistemas de justiça

Alice Bianchini
Doutora em Direito penal pela PUC/SP. Mestre em Direito pela UFSC. Especialista em Teoria e Análise Econômica pela Unisul/SC, e em Direito Penal Econômico Europeu pela Universidade de Coimbra/IBCCrim. Foi professora do Departamento de Direito Penal da USP e do Curso de Mestrado em Direito da Uniban/SP. Foi Coordenadora dos Cursos de Especialização Tele presenciais da Rede LFG. Atualmente, leciona em diversos cursos de especialização, é Conselheira Federal da OAB, Vice-Presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, e Presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreiras Jurídicas – Comissão São Paulo – ABMCJ/SP. É coordenadora da Pós-Graduação Direito das Mulheres: teoria, prática e ação transformadora, do Meu Curso.

Mariana Bazzo
Mestra em Estudos Sobre Mulheres pela Universidade Aberta de Portugal. Pós-Graduada em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito de Coimbra. Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná, com atuação na 2a Promotoria de Justiça da Criança e do Adolescente de Curitiba.

Andressa Paula de Andrade
Mestra em Direito pela UENP. Especialista em Ciências Penais e pela UEM. Docente do curso de Direito da UNIFATECIE. Advogada.

Erika Mendes
Doutora em Direito Penal pela Universidad de Zaragoza. Mestra em Direito Penal pela UEM. Professora Associada de Direito Penal e Coordenadora do Núcleo de Estudos Penais da UEM.

Clara Masiero
Doutora em Direito pela Unisinos. Mestra em Ciências Criminais pela PUC/RS. Professora na Universidade São Judas Tadeu/SP. Advogada.

💰 Investimento

O curso conta com três categorias de inscrição:
Estudante – R$ 25,00 por pessoa
Profissional – R$ 50,00 por pessoa
Inscrições solidárias – de R$ 70,00 a R$ 120,00 por pessoa
[Optando pela inscrição solidária, você garante a sua inscrição e contribui com o custeio das bolsas!]  
Inscrição solidária 1 – R$ 70,00
Inscrição solidária 2 – R$ 90,00
Inscrição solidária 3 – R$ 120,00

As inscrições estarão abertas até o dia 26/10/2020, ou até esgotarem as vagas.

📚 Bolsas Solidárias

A organização do Seminário pretende distribuir (pelo menos!) 15 bolsas para participantes feministas, de movimentos populares, coletivos e organizações da sociedade civil; mulheres negras, trans e/ou indígenas, e pessoas beneficiárias do auxílio emergencial e/ou do programa bolsa família.

Para solicitar uma bolsa, a interessada ou o interessado deverá preencher este formulário aqui [https://forms.gle/cnA8zF5RNZ6qY7PW7], até o dia 20.10.2020.

O resultado das bolsas será divulgado no dia 25.10.2020, mediante contato direto, por e-mail, às/aos selecionadas/os.

*Haverá certificação de 8H/A.

Aproveite para:
adquirir a obra Criminologia Feminista no Brasil: diálogos com Soraia Mendes
Impresso: https://amzn.to/3mUmEJJ
Digital: https://amzn.to/2F8qe1W

integrar o grupo Criminologia Feminista, no telegram: https://t.me/joinchat/HjgB2xvVkpnZ9-GXvEwU8w

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Se você está prestes a fazer a temida 2ª fase da OAB, um certa apreensão toma conta de você nesse momento. (Ainda mais depois das mudanças das datas, em razão da pandemia!)

É importante ter em mente que o primeiro passo foi dado, a aprovação na fase objetiva é uma etapa importante e digna de comemoração, mas atenção ao foco que a prova discursiva exige.

É certo que, com treinos e macetes, a fase de preparação do examinando se torna mais confortável, portanto, é de extrema relevância achar um método que se encaixe ao seu perfil.

A importância de uma rotina de estudos

O primeiro e mais importante detalhe a ser acertado, é a sua rotina de estudos.

Entretanto, seja sincero (a) e estabeleça uma rotina condizente com seu tempo e afazeres.

Estipular rotinas exaustivas e horas seguidas de estudos sem levar em conta o trabalho, as obrigações da faculdade (caso o examinando ainda esteja se graduando) e demais responsabilidades acumuladas, certamente levará ao não cumprimento integral do cronograma e por consequência, a ansiedade e frustração poderão surgir nesse momento.

Tenha em mente que embora seja uma fase que demanda atenção e compromisso, ela não precisa ser sinônimo de desespero.

Com um cronograma que atenda e se encaixe à sua rotina, certamente as metas diárias serão cumpridas e consequentemente, você, examinando, se sentirá mais seguro.

Caso não esteja estudando por cursinhos preparatórios e queira elaborar seu cronograma de estudos, podemos ajudar. Entre em contato através do e-mail (projetoeuqueropublicar@gmail.com) e conte-nos sua área selecionada (ex. civil, penal, tributário), bem como, sua rotina e horários disponíveis para os estudos.

A escolha do material

Na segunda fase é permitido o uso de Vade Mecum para consultas, assim, é comum diversos examinandos ficarem ansiosos ao escolherem o material.

Portanto, aqui vão algumas dicas para tornar esse momento menos nebuloso.

Primeiro, consulte colegas que já fizeram o exame na mesma matéria que você. Pergunte o que acharam do material selecionado e quais os pontos positivos e negativos. Compare. Analise.

É importante escolher um material que atenda suas preferências. Qual o tamanho da letra? Há espaçamento suficente para fazer remissões? Qual a editora?

De qualquer modo, prefira materais que tenham índices rápidos e priorize a agilidade neste momento. Lembre-se: o tempo deve ser seu aliado na prova prática.

Por fim, é importante checar quais itens são permitidos para a marcação do seu material.

Atente-se sempre que na utilização do seu Vade, você não pode usar post-it, nem mesmo em branco, para sinalizar marcações ou divisões. No lugar disso, utilize clipes coloridos ou etiquetas impressas (de fábrica) contendo as simples remissões.

Lembre-se: Você ainda pode utilizar diferentes tipos e cores de canetas ou marca texto para grifar, circular, sublinhar, ou anotar simples remissões diretamente na página do seu Vade Mecum.

Se ainda não está seguro para marcar seu material, consulte um colega que realizou o exame e tire suas dúvidas. Isso pode ajudar.

Não adquiri um curso preparatório, por onde estudo?

Cronograma em mãos é hora de se atentar pra qual método de estudos mais se encaixa ao seu perfil.

É extremamente importante que o examinando se sinta confortável com seu método de estudos e para isso, uma avaliação pessoal é muito importante.

A partir disso, questione sempre qual seu método mais eficaz: Repetindo questões, escrevendo, assistindo video aulas, construíndo mapas mentais ou estruturando peças e rascunhos?

Simplesmente tenha seu método e saiba, desde já, que receitas prontas não existem. Nosso perfil de aprendizagem é único.

Se você é do time que preferiu não adquirir um curso preparatório, saiba que na internet há diversos conteúdos disponibilizados de forma gratuita.

Portanto, se o seu modo de aprendizagem gira em torno de repetir questões e conferir peças passadas, é interessante consultar um banco com as peças que já caíram em exames passados. Como dica, deixamos aqui o acervo do “Blog Exame de Ordem”, onde o examinando consultará correções de peças e também, “o raio x” das peças que mais caíram na história do exame.

A propósito, se você se encaixa bem ao método de vídeo aulas, neste mesmo Blog encontrará diversos vídeos com dicas de professores específicos de cada matéria.

Além disso, se você optou por prática penal ou prática civil, há uma plataforma online de ensino (Kultivi.com) que disponibilizou mais de 80 aulas para a segunda fase.

O conteúdo está disponível para qualquer dispositivo com acesso à internet e através da plataforma, mediante criação de cadastro, os examinandos poderão acessar gratuitamente todo o material.

Confere!!

Ainda com relação às dicas de materiais gratuitos para a segunda fase, a plataforma de compartilhamentos de vídeo ‘Youtube’ é repleta de aulas voltadas para a prova prática. Basta que você acesse e digite qual sua área escolhida para a realização da prova prática e escolha os conteúdos disponibilizados.

NO MEIO DA PREPARAÇÃO, HAVIA UMA PANDEMIA

Se você, assim como inúmeros examinandos, foi pego de surpresa pela pandemia, provavelmente tem passado por picos de nervosismo e ansiedade.

Embora clichê, a mentalidade a ser seguida neste momento é no sentido de não se desesperar e, na medida do possível, tentar manter a rotina de estudos em dia.

Esse momento vai passar e o exame acontecerá, embora tenha sido adiado e remarcado por vezes.

O importante, neste cenário, é manter o foco na saúde física e mental.

Exercite-se. Hidrate-se. Estude. Não necessariamente nesta ordem. Só faça.

Observação importante: Se não conseguir se concentrar e sentir que os momentos de ansiedade e angústia estejam cada vez mais constantes, procure ajuda profissional.

Cuide-se, futuro(a) advogado(a).

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