Escrever em inglês: 7 maneiras de utilizar o verbo HAVE

Depois do verbo To be, o verbo have é, provavelmente, o mais complicado para falantes brasileiros. Isso porque ele está presente em muitas expressões que, quando traduzidas literalmente, não fazem muito sentido em nosso idioma – por isso, fica a dica: evite traduzir expressões de maneira literal; ao invés disso, procure pesquisar seu significado em um dicionário lexical.

Na dica de hoje, vamos te mostrar 7 formas de utilizar expressões em inglês com o verbo have, e te dar exemplos para cada uma delas.

To have a look (at)

Significado: dar uma olhada (em)

Modo de usar:

a) Let’s have a look at that place – vamos dar uma olhada naquele lugar

b) She needs to have a look at her notebook before the test – ela precisa dar uma olhada em seu caderno antes da prova

c) They’re having a look at the documents before they sign – eles estão dando uma olhada nos documentos antes de assinar

Pode-se substituir por: to take a look (at)

To have a meeting

Significado: fazer/ter uma reunião

Modo de usar:

a) I can’t talk to her right now, she’s having a meeting – eu não posso falar com ela agora, ela está em reunião

b) We’ve got two meetings today – nós temos duas reuniões hoje*

We’ve = we have

have + got = have

*o uso da expressão “have got” é mais comum no inglês britânico, mas a presença do “got” não altera o sentido da frase.

To have an appointment

Significado: ter um compromisso / horário marcado

Modo de usar:

a) I have an appointment to see the doctor this afternoon – eu tenho um horário para ver/consultar o médico hoje à tarde

b) She has got (she’s got) an appointment with her lawyer – ela tem um compromisso com o advogado dela*

*a presença do got é opcional.

To have fun / a good time / a blast

Significado: se divertir

Modo de usar:

a) We always have a good time when we’re together – nós sempre nos divertimos quando estamos juntos

b) They had fun at the party – elas se divertiram na festa

c) She loves this movie! She’s having a blast! – ela ama esse filme! ela está se divertindo (muito)!

d) Passado: We had (so much) fun last night – nós nos divertimos (tanto) ontem à noite

To have a problem

Significado: ter um problema

Modo de usar:

a) Passado: He had a problem at the office – ele teve um problema no escritório

b) I’m having a problem with the internet – eu estou tendo problema com a internet

c) She has a problem with him – ela tem um problema com ele

To have trouble / difficulty

Significado: ter problemas / dificuldades

Modo de usar:

a) Are you having trouble in class? – você está tendo problemas na aula?

b) He has difficulty to understand math – ele tem dificuldade para entender matemática

To have breakfast / lunch / dinner / a drink / a meal

Significado: tomar café da amanhã, almoçar, jantar, tomar uma bebida, fazer uma refeição

Modo de usar:

a) My family usually has dinner at 8 – minha família geralmente janta às 8

b) I don’t have breakfast everyday – eu não tomo café da manhã todos os dias

c) Let’s have a drink tonight – vamos beber hoje à noite

d) They have three meals a day – eles fazem três refeições por dia

Esperamos ter ajudado :3

Dúvidas? Comenta aqui embaixo!

E ah… Estamos promovendo uma Oficina de Estratégias para leitura de textos na língua inglesa [que também poderia levar “leitura instrumental” no nome]. Ela será virtual, ao vivo, e acontecerá no dia 22/05/2021, às 9h30. Saiba mais aqui, ó: https://www.sympla.com.br/estrategias-para-leitura-de-textos-na-lingua-inglesa__1161047
Ficaremos felizes com a sua participação ;D

Utilizar tradutor online é suficiente para garantir a qualidade do meu trabalho?

A resposta curta é: não.

Mas vem comigo que vou explicar quando a tradução por máquina (ex: Google tradutor) pode ser útil e como você pode fazer dessa ferramenta uma aliada na hora de traduzir textos.

A lacuna dos tradutores online

É verdade que os aplicativos, dicionários e ferramentas de tradução online têm melhorado muito nos últimos anos. O próprio Google Tradutor – talvez a ferramenta mais popular da categoria – já conta com uma base de dados que é capaz de traduzir expressões populares, por exemplo.

Ainda assim, essa e outras máquinas de tradução possuem uma grande lacuna: o sentido. Apesar de ser possível traduzir um texto inteiro utilizando um App de tradução, perde-se parte do sentido do texto. Isso acontece porque os tradutores online reconhecem palavras e blocos de palavras limitados ao banco de dados que possuem, e portanto traduzem cada palavra ou expressão com base em sua “experiência”.

Dependendo do contexto, do tempo verbal das frases ou da gíria utilizada, o tradutor online vai gerar uma correspondência imprecisa ou até mesmo errada. Isso se torna especialmente verdade para textos acadêmicos, uma vez que eles geralmente são muito estritos à área objeto de estudo.

Quando utilizar ferramentas para tradução?

Sempre! Bem, quase sempre, na verdade.

Você pode fazer de tradutores online grandes aliados enquanto você estuda outro idioma ou está lendo um texto em outra língua e sente que precisa de mais segurança para compreender o significado de palavras e frases. Você também pode utilizar essas ferramentas para traduzir os seus textos e artigos, desde que você siga alguns “protocolos de segurança” que vou mencionar daqui a pouco.

O que você precisa compreender ao utilizar um tradutor online é que ele vai apresentar, em muitos momentos, a lacuna do sentido a que fiz referência anteriormente. E para não se deixar enganar por ela, tente identificar os tópicos a seguir quando estiver traduzindo.

Protocolo de segurança para utilizar um tradutor online

Além da tradução direta, quais são as outras sugestões que o tradutor me oferece?

Quando você traduz uma palavra, o tradutor geralmente apresentará, abaixo, outras sugestões para aquela mesma expressão. Para saber qual é a opção mais adequada ao significado que você está buscando, cheque todas as sugestões disponibilizadas e pesquise em um dicionário (pode ser online) o sentido e em que contexto você pode utilizar cada palavra.

Leia os exemplos sugeridos pelo dicionário.

Os dicionários online geralmente disponibilizam 3 ou mais exemplos de como utilizar a palavra que você buscou. Leia os exemplos e busque aquele que se aproxima mais do sentido que você procura para a frase que deseja traduzir.

Modifique alguns elementos da frase para fazer uma checagem de significado

Ao traduzir uma frase, para ter certeza de que o sentido está correto, você pode modificar alguns elementos dela para checar se a tradução se manteve ou se mudou completamente o significado.

Por exemplo: ao traduzir “she’s had enough”, modifique o verbo had para compreender qual é o significado da expressão ‘s na frase. Você pode modificar qualquer elemento e verificar os resultados para ter certeza de que o sentido do texto permaneceu intacto.

Quando procurar ajuda de um tradutor profissional?

Você pode procurar um serviço profissional a qualquer momento. Inclusive, como tradutora, eu encorajo você a fazer isso (haha). Mas existem casos em que a tradução técnica e profissional é indispensável.

Por exemplo, quando você precisa traduzir um artigo científico para outro idioma. Ou quando você quer traduzir um discurso e precisa ter certeza de que as expressões utilizadas são adequadas à situação.

Mesmo que você tenha conhecimento sobre o idioma alvo da sua tradução, é muito importante contar com o serviço de um profissional que faça, pelo menos, a revisão ou pós-edição do seu texto. O trabalho de de revisar e garantir que o vocabulário esteja adequado à situação, ao contexto e ao objetivo do texto é minucioso e exige muita técnica.

Onde encontrar tradutores profissionais?

Existem muitas plataformas onde você pode encontrar tradutores que trabalham com diversos pares de idiomas. Algumas delas são o Proz, TranslatorsCafe e, claro, você sempre pode dar uma pesquisada no LinkedIn.

Se você precisar de uma tradutora muitíssimo dedicada que trabalhe com os idiomas Inglês e Português, você pode mandar um e-mail aqui para o blog solicitando orçamento.

Espero ter ajudado!

Se você tiver dúvidas ou se quiser mais dicas, comenta aqui embaixo! <3

3 estratégias para ler em outro idioma (mesmo sem ser fluente)

Seja para fins acadêmicos, profissionais ou de lazer, ler em outro idioma é uma habilidade cada vez mais necessária e conveniente, já que nos deparamos, a todo e qualquer momento, com textos, vídeos e memes em outras línguas.

Apesar de hoje em dia contarmos com a ajuda de tradutores e dicionários online, existem estratégias que podem te ajudar muito a ler artigos, textos e livros em outro idioma, mesmo antes de você ser fluente!

Mas vamos direto ao ponto! Abaixo, você vai aprender a utilizar 3 dessas estratégias para melhorar seu desempenho e compreensão durante a leitura.

Estratégias para ler em outro idioma

1. Use as mesmas habilidades de leitura que você tem no seu idioma nativo

Um estudo publicado pela Applied Linguistics atesta que, embora o nível de proficiência em uma segunda ou terceira língua seja um fator significativo para a qualidade da leitura nesse idioma, as habilidades de leitura que um indivíduo tem em relação à sua língua materna são transferíveis para outras línguas e determinam, em medida expressiva, a qualidade dessa leitura.

O conhecimento básico (pelo menos) do idioma alvo é, ainda assim, necessário. Mas a questão é que todo o foco, a capacidade de interpretação, de captação de contexto, a lógica e todos as demais competências que você tem em um idioma são naturalmente utilizadas ao ler em outro idioma que você reconheça em um nível básico ou superior a isso.

Se você ainda não se considera um estudante de nível básico mas iniciante, não se preocupe: utilize essa estratégia para ler frases curtas e desenvolver, através da leitura, o seu vocabulário. A chave aqui é procurar textos que utilizam frases curtas e essenciais para o assunto ou contexto em que você busca aumentar seu entendimento.

2. Use o contexto

Da mesma forma que você aprendeu a falar e ler o seu idioma nativo (através do contexto), um segundo ou terceiro idioma se torna muito mais fácil quando percebemos o contexto daquilo que está sendo estudado objetivamente.

Ao ler um em outro idioma, priorize encontrar o contexto – o quadro geral – do texto ou artigo lido. Ao identificá-lo, você só terá que lidar com um “problema”: as palavras desconhecidas. Ok, isso já era esperado, certo? Mas a questão aqui é: muitas dessas palavras podem ser deduzidas através do contexto e as demais palavras são uma oportunidade para que você (1) aumente o seu vocabulário e (2) treine a sua leitura (de novo) no processo de busca de significado em um dicionário.

3. Leia em voz alta

Ler em voz alta é uma estratégia muito eficiente não apenas para aprender a ler um outro idioma, mas para adquirir fluência também. Isso porque ao ler em voz alta, você está atuando em dois pontos-chave:

  1. Foco: quando lemos em voz alta nos mantemos concentrados na leitura porque precisamos ter certeza de que vamos pronunciar as palavras corretamente. Nesse quesito, talvez o foco no conteúdo do texto se perca um pouco, porque você estará mais preocupado com a dicção do que com a interpretação – mas é justamente para isso que temos outras duas estratégias que você pode (e deve) utilizar também.
  2. Fala: falar (e, consequentemente, ouvir) em outro idioma é o processo primordial para tornar-se fluente em outro idioma. Primeiro porque é essa atividade que vai nos ajudar a treinar os músculos responsáveis pela fala a emitir os sons próprios daquela língua e, segundo, porque falar nos torna, também, ouvintes mais atenciosos e mais aptos a captar os sons do idioma estudado.

Existem mais estratégias…

Ler em outro idioma pode ser desafiador, mas além dessas 3 estratégias de apoio, existem outras a que você pode se apegar durante o processo de aprendizagem. E nós vamos falar sobre todas elas em nossa Oficina de Estratégias para leitura de textos na língua inglesa.

São poucas vagas… Garanta já a sua!

Como aprender a pensar em outro idioma?

Quando começamos a estudar outro idioma, é natural que nossa mente traduza as frases ao invés de formá-las diretamente no nosso idioma alvo. O processo de pensar diretamente em inglês, espanhol ou francês, por exemplo, exige que você torne o seu vocabulário uma resposta automática.

Falar outro idioma pode ser comparado a dirigir: no início, você precisa pensar para executar os comandos que o veículo exige a fim de te levar na direção correta. Depois de muita prática, no entanto, esses comandos se tornam respostas automáticas do seu corpo. Quando você fica muito tempo sem dirigir, no entanto, ao tentar dirigir novamente você precisa se acostumar às ações outra vez – você ainda conhece os comandos, mas não os utiliza com tanta agilidade.

Ao aprender um novo idioma, inicialmente precisamos traduzir as frases – do mesmo modo que precisamos pensar antes de acionar uma marcha em um carro. Mas depois de revisitarmos (ativamente!) um vocabulário por muitas vezes, ele se torna automático na nossa cabeça. Concluindo essa analogia, quando ficamos muito tempo sem praticar um idioma, apesar de conhecermos o vocabulário, nossas respostas já não são mais tão automáticas.

Se você já estudou uma língua e não atingiu o progresso que desejava ou, ainda, se parou de praticar e perdeu o progresso que já tinha atingido, continue lendo porque temos umas dicas pra te ajudar a tornar esse segundo idioma automático (e mantê-lo no modo automático pra sempre!).

Primeiro passo: estude chunks e não palavras soltas

Chunks de linguagem são sequências de palavras faladas por nativos de um idioma e que são a forma mais apropriada e natural para expressar alguma coisa. São frases, palavras ou expressões que se repetem em uma língua e podem ser, ou não, gramaticalmente corretas.

No português, por exemplo, chunks muito conhecidos são: pois é; como assim?; fala sério; meu deus; falando nisso…; imagina!; uma vez na vida e outra na morte etc.

A maneira mais eficiente de estudar um idioma é utilizar chunks de linguagem – não só por ser um caminho rápido, mas também porque os chunks são uma garantia de que você estará se apropriando dos termos mais utilizados e aceitos pelos nativos daquele idioma.

Se você gosta de estudar ou ensinar idiomas e quer aprofundar seus conhecimentos nesse tema, sugerimos a leitura do livro Teaching Chunks of Language: from noticing to remembering, de Frank Boers e Seth Lindstromberg, e você pode encontrá-lo aqui.

Em breve, o Quero Publicar vai lançar mais materiais sobre chunks e como utilizá-los para aprender mais e mais rapidamente. Fique ligado nos nossos posts e também nas redes sociais!

Segundo passo: repetição, repetição e repetição!

O segredo para tornar um chunk conhecido em um chunk automático é muito simples e, nesse ponto do texto, acho que você já sabe sobre quem estamos falando, né? É dela mesmo… a repetição.

Apesar de ser um processo cansativo, revisitar o vocabulário aprendido é essencial para a fluência em qualquer idioma. É somente através da repetição (da prática) que nos apropriamos do nosso objeto de estudo.

Mantenha-se em contato com o idioma que você está estudando. Pode ser através de músicas, livros, filmes, séries ou qualquer outro material ou atividade que te permita praticar seu conhecimento adquirido.

Terceiro passo: estude ativamente

A fluência ou a automatização de um idioma no nosso cérebro dificilmente vai acontecer somente através da leitura. E, especialmente se tratando pensar em outra língua, é indispensável incorporar métodos ativos de estudo e aprendizagem.

Além de manter-se em contato com o idioma, é preciso praticá-lo das formas mais variadas possíveis: escrevendo, lendo, falando e ouvindo.

Estudar de maneira ativa é, basicamente, tentar. E o aprendizado acontece em ciclos de tentativa, erro, tentativa, acerto, repetição. Uma vez que você aceita esse processo e incorpora práticas variadas aos seus momentos de estudo, sua mente vai, aos poucos, naturalizando o vocabulário estudado e adotando ele como uma resposta automática e ágil.

É isso por hoje, folks!

Espero ter ajudado e, se tiver qualquer dúvida, comenta aí!

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Como escrever um artigo utilizando a Técnica Pomodoro

Escrever pode ser desafiador, especialmente quando dependemos unicamente de motivação – que é um recurso limitado e flutuante em nossas vidas. [É normal sentir-se desmotivado em certos momentos, ok?]

Felizmente, existem alguns recursos aos quais podemos recorrer quando estamos escrevendo. Um deles é a disciplina: manter-se consistente no processo de escrita, mesmo quando a vontade está em falta. Mas isso é assunto para um outro texto… Hoje nós vamos ensinar você a utilizar a Técnica Pomodoro, uma ferramenta de manutenção de tempo, para otimizar o seu desempenho durante o desenvolvimento do seu texto.

O que é a Técnica Pomodoro?

Do italiano, “pomodoro” significa “tomate”, que era o formato do cronômetro utilizado por Francesco Cirillo, criador da técnica.

Nos anos 1980, Cirillo utilizou seu cronômetro para contar intervalos de tempo, os pomodoros, para dividir seus estudos quando era universitário. Desde então, a técnica vem sendo popularizada cada vez mais, por ser um método efetivo de administração do tempo no trabalho e nos estudos.

Funciona assim:

Você deve dividir o seu tempo disponível em blocos de (1) trabalho/estudo, (2) intervalo curto e (3) intervalo longo.

Os blocos de trabalho/estudo serão os maiores, e você deve estabelecê-los de acordo com o tempo que dura o seu foco. Se você consegue permanecer focado durante períodos longos, como 45 minutos ou uma hora, estabeleça um bloco com essa medida. Se o seu foco dura cerca de 15 a 20 minutos, o bloco deve ter essa duração.

Quanto aos intervalos, os intervalos curtos devem ocorrer com mais frequência do que os longos – e devem ser curtos, mesmo, viu? O objetivo de fazer essas pequenas pausas é apenas descansar a mente por alguns instantes antes de você retornar ao foco total. Geralmente, esses intervalos duram 5 minutos.

E, finalmente, os intervalos longos devem durar um pouco mais – cerca de 15 a 30 minutos. Seu objetivo é fazer você relaxar um pouco mais a fim de evitar efeitos como o burnout.

Exemplos de pomodoros:

a) 25 minutos de foco / 5 minutos de intervalo curto / 25 minutos de foco / 15 minutos de intervalo longo (repetindo-se o ciclo por quantas horas você tiver disponível).

b) 15 minutos de foco / 2 minutos de intervalo curto / 15 minutos de foco / 10 minutos de intervalo longo.

c) 50 minutos de foco / 10 minutos de intervalo curto / 50 minutos de foco / 30 minutos de intervalo longo.

Mas você pode (e deve!) adaptar os pomodoros ao seu tempo ideal de foco e descanso.

Como escrever um artigo com a ajuda da Técnica Pomodoro?

O primeiro passo para utilizar a técnica pomodoro a seu favor na hora de escrever um artigo é identificar quanto tempo dura, aproximadamente, o seu foco. Uma vez que você tem essa noção, deve adaptar o seu pomodoro de foco e intervalo curto.

Digamos que você consegue permanecer focado na escrita por 20 minutos sem se sentir fatigado. Estabeleça, então, um pomodoro de foco de 20 minutos, e um pomodoro de intervalo que não exceda 5 minutos (assim você consegue descansar sem perder sua linha de raciocínio).

Para os intervalos longos, estabeleça um período de tempo em que você possa se distrair com alguma outra coisa, mas que ainda assim permita que você esteja pronto para retornar ao trabalho. Seguindo o exemplo acima, um intervalo longo adequado seriam 15 minutos. Durante esse pomodoro, você pode fazer um chá, um café ou até mesmo um lanche. Outras boas ideias são: alongamento, uma caminhada curta, um banho… enfim, acho que você pegou a ideia.

Como escrever durante os pomodoros?

Agora tratando diretamente sobre o seu artigo: se a sua pesquisa já estiver encaminhada e você já tiver os dados organizados, basta organizar o que fazer em cada pomodoro (e, falando nisso, você pode utilizar um pomodoro especialmente para essa organização).

Se você ainda precisa fazer busca de referências ou definir como vai desenvolver o artigo, aqui vai uma ideia de como utilizar os blocos de tempo:

Separe um ou dois pomodoros (a depender do seu tempo de foco) para escrever a delimitação do problema, a definição da hipótese, os objetivos (geral e específicos), a metodologia e detalhes dessa natureza.

Depois de um intervalo curto (se você utilizou um pomodoro) ou de um intervalo longo (se você utilizou dois ou mais), separe um bloco de tempo para estruturar o texto (resumo, introdução, títulos, subtítulos, considerações finais) e definir previamente o que cada parte do texto deve encobrir.

Caso necessário, separe alguns pomodoros para fazer a busca de referências.

Por fim, utilize um bloco de tempo (ou mais) para efetivamente escrever cada parte do seu texto.

Exemplo: 1 pomodoro para o resumo, 1 pomodoro para traduzir o resumo, 2 pomodoros para a introdução, 3 pomodoros para o primeiro título, 3 para o segundo e 2 para a conclusão.

O processo todo provavelmente vai ter que ser dividido em alguns dias, é claro. Mas utilizar essa técnica ajuda (e muito!) a otimizar a utilidade do seu tempo – experiência própria falando.

Tudo pronto pra começar? A gente já sabe que o seu artigo vai ficar ótimo!

Você já utilizou os pomodoros? Conta pra gente! Vamos adorar saber sobre a sua experiência com a técnica e seu ponto de vista pode ser enriquecedor para outros leitores aqui do blog.

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