participe do nosso grupo de leituras, (des)fazendo gênero

O quero publicar decidiu avançar! Agora, além desse blog, temos um grupo de leituras feministas, o (des)fazendo gênero.

Com uma pauta liiiinda – reservada para integrantes (sorry), pretendemos pensar sobre os avanços e retrocessos da condição da mulher em nossa sociedade.

Caso queira participar, por favor, preencha esse formulário aqui, que estará disponível até sexta-feira, 05/06/2020.

Agradecemos o interesse!

As selecionadas serão informadas que o foram até 12/06/2020.

Siga nos acompanhando que, em breve, novos projetos sairão do papel!

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(ou conheça alguns dos livros que já editamos – ou fizemos a revisão técnica -, e aproveite os descontos especiais clicando aqui)
importante: só recebemos se o cadastro (ou a compra) for feito imediatamente, antes de navegar por outros espaços do site.

Gratidão. 🥰

Já baixou seus e-books da Scielo Livros?

Você provavelmente já tomou conhecimento de que amazon está disponibilizando GRATUITAMENTE centenas de e-books acadêmicos lançados por editoras universitárias (sob o selo da Scielo Livros). Se é seu caso, ignore o post.

Agora, se não sabia da ação, aproveite que, por razões de solidariedade, o momento requer que fiquemos em casa, para atualizar sua biblioteca digital!

Os títulos podem ser acessados aqui, ó: https://www.amazon.com.br/scielo/s?k=scielo

Não sabemos até quando os livros estarão disponíveis. Portanto, aproveite!

acervos digitais nacionais

Seja por curiosidade ou necessidade, conhecer e consultar o acervo digital de algumas bibliotecas pode ser um bom programa. ~ Sem falar que você acaba auxiliando na sua manutenção. Afinal, o número de acessos implica na perpetuação do sistema e no desenvolvimento de novos programas e projetos.
Assim, elaboramos essa petit lista de algumas bibliotecas nacionais cujo acervo digital é riquíssimo!

Aproveite! Mas não deixe de visitar as bibliotecas (físicas) vez ou outra!

Biblioteca Digital da Fundação Biblioteca Nacional

Com 2.097.618 documentos disponíveis, todos eles digitalizações de originais, a Fundação Biblioteca Nacional permite que possamos consultar seu acervo sem sair de casa.
A Fundação disponibiliza, ainda, alguns projetos específicos, como a Rede da Memória Virtual Brasileira, sobre as expressões culturais das artes, música, literatura e história do país e de suas regiões; A França no Brasil, que é um portal digital entre as Bibliotecas Nacionais do Brasil e da França; Periódicos & Literatura; Guerra do Paraguai; Coleção Thereza Christina, nome da coleção de fotografias do Imperador D. Pedro II, e outros mais.

Você sabia que a Biblioteca Nacional é a maior biblioteca da América Latina? E que, segundo a Unesco, ela está dentre as 10 maiores do mundo\?

Biblioteca Digital do Museu Nacional 

A Biblioteca Digital do Museu Nacional abriga versões digitais de obras raras e, também, as publicações editadas pelo Museu Nacional.
Depois do incêndio ocorrido em setembro de 2018, muitas dessas obras raras agora só existam digitalmente. 🙁
Navegue por lá!

Biblioteca Virtual da América Latina

Com o objetivo de disseminar informação e conhecimento sobre a América Latina, a Fundação Memorial da América Latina mantém, com o apoio da FAPESP, um espaço virtual com acervo de humanidades, ciências e artes produzidos pelo Memorial. E tem um espaço todinho dedicado ao Darcy Ribeiro. 🥰

Biblioteca Digital do Senado Federal 

O Senado mantém um acervo digital variado: livros, obras raras, artigos de revista, notícias de jornal, produção intelectual de senadores e servidores do Senado Federal, legislação em texto e áudio (sabia dessa?), dentre outros documentos.
Tudo ali está em domínio público ou os direitos autorais foram cedidos por seus proprietários, de modo a viabilizar downloads gratuitos.

Domínio Público

Desenvolvida pelo Ministério da Educação – MEC, a página disponibiliza gratuitamente livros de autores brasileiros e portugueses, bem como textos, imagens, vídeos e áudios que estão em domínio público.
Além disso tudo, o sistema recupera publicações científicas da base de teses e dissertações da CAPES.

Banco de Teses da CAPES 

No final do mestrado e do doutorado, é preciso que o candidato faça o depósito de seu trabalho na secretaria do programa de pós-graduação do programa ao qual está vinculado. Umas das versões digitais entregues seguirá para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, que o disponibilizará em seu banco.
Isso acontece desde a criação da Plataforma Sucupira, em 2014.
Antes disso, somente autoria, orientação, instituição e resumo eram exibidos – e seguem sendo exibidos assim os trabalhos mais antiguinhos. Ainda assim, é uma baita mão na roda… Sabendo da existência do trabalho, fica fácil ir até o site da instituição em questão e obtê-lo.

Brasiliana

A Brasiliana é fruto da doação do acervo pessoal do bibliógrafo José Mindlin e sua esposa Guita para a Universidade de São Paulo.
Verdadeiras preciosidades estão por lá: obras que reúnem parte da história artística, literária, científica e cultural do país.
Entre os títulos (físicos e digitalizados) estão raridades como um exemplar da primeira edição de O Guarany (então com Y), de José de Alencar, além das primeiras descrições do Brasil, feitas no século 16 por viajantes estrangeiros como Hans Staden, André Thevet e Jean de Léry. Livros, mapas e imagens em domínio público podem ser consultados no site.

Museu Afro Brasil – Acervo digital

Esse acervo é composto por mais de 5 mil obras organizadas por meio de Núcleos temáticos, abrangendo aspectos da arte, da religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho, da escravidão e das festas populares, registrando a trajetória histórica, artística e as importantes influências africanas na construção da sociedade brasileira.

Biblioteca Virtual de Direitos Humanos

Essa biblioteca foi criada pela Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, e oferece acesso a materiais relativos à defesa e à promoção dos Direitos Humanos no Brasil. Todo o material está na língua portuguesa.
Trata-se de repositório importante, vez que são poucos que reúnem em um só lugar todos os tratados e convenções que o Brasil ratificou.

Arquivos da Ditadura

Conhece os livros do Elio Gaspari sobre a ditadura?
Os documentos obtidos pelo autor durante suas pesquisas para escrever os livros que integram a Coleção Ditadura estão aqui. São mais de 15 mil itens… bilhetes, despachos, discursos, manuscritos, diários de conversas e telegramas do governo americano.

Biblioteca digital do Supremo Tribunal Federal

Para estudantes e profissionais da área de Direito, é uma ótima fonte de pesquisa. Disponibiliza documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área. A relação completa está aqui.

E você, conhece algum acervo que merece aparecer nessa nossa lista?

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Até o próximo post.

Juventudes negras y racismo – Seminário virtual do CLACSO

Coordinación: Rodrigo Ednilson de Jesus (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Inicio: 30/09/2019 | Inscripción: 04/02/2019 al 27/09/2019

Carga horaria: (12 semanas) 48 horas de trabajo con profesor y 120 horas de dedicación total

Modalidades de pago
Si usted tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 95 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted tiene vínculo con una Red o Institución Asociada a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 140 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted NO tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago ANTES DEL 17/09/2019: USD 150 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).
  • Abonando en un pago: USD 190 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Presentación del curso:

Desde una perspectiva decolonial amefricana (González), el seminario buscará indagar sobre cómo el racismo atraviesa la construcción identitaria de los/as jóvenes negros/as , las oportunidades educativas y las experiencias sociales que atraviesan.

El curso problematizará las experiencias narradas por jóvenes adolescentes, siendo posible observar y analizar los estereotipos de los cuerpos y el silenciamiento acerca del racismo. Nos interesa conocer cómo estas experiencias interfieren en la autoestima de las y los jóvenes, contribuyendo, directa e indirectamente, tanto en la socialización y educación alcanzada como en las posibilidades de agenciamiento de esta población.


Contenidos:

  • Mas afinal, os(as) jovens negros(as) existem?
  • Jovens negros ou negros jovens? a onipresença do racismo
  • Juventude Negra e racismo no contexto escolar
  • Juventude negra e condições de vida
  • Juventude negra, genocidio e encarceramento
  • Juventude negra e afetividade
  • Juventude e Feminismos negros
  • Juventude negra, identidades e empoderamento
  • Juventude negra e Culturas urbanas
  • Juventude negra questionando masculinidades hegemónicas
  • Juventude negra e as lutas por educação

Bibliografía General del Seminario

  • SPOSITO, Marília Pontes. A pesquisa sobre Jovens na Pós-Graduação: um balanço da produção discente em Educação, Serviço Social e Ciências Sociais (1999-2006). IN: SPOSITO, Marília Pontes. (Coord.) O Estado da Arte sobre juventude ba pós-graduação brasileira: Educação, Serviço Social e Ciências Sociais (1999-2006). volume 1. Belo Horizonte, MG : Argvmentvm, 2009.
  • FRIGERIO, Alejandro. De la desaparición de los negros a la reaparición de los afrodescendientes: comprendiendo las políticas de las identidades negras, las clasificaciones raciales y de su estudio en Argentina. IN: Los estudios afroamericanos y africanos en América Latina : herencia, presencia y visiones del otro. Córdoba ; Buenos Aires. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales CEA-UNC, Centro de Estudios Avanzados-Universidad Nacional de Córdoba. 2008.
  • JESUS, Rodrigo Ednilson de. Mecanismos eficientes na produção do fracasso escolar de jovens negros: estereótipos, silenciamento e invisibilização. Educ. rev., Belo Horizonte, v.34,  e167901, 2018.
  • RANGEL, Marta; DEL POPOLO; Fabiana. Perfiles demográficos y socioeconómicos: entre la diversidad y la desigualdad. IN: Juventud afrodescendiente en América Latina: realidades diversas y derechos (in)cumplidos. Fondo de Población de las Naciones Unidas (UNFPA).
  • FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Apontando para o genocidio: o racismo como fundamento do exterminio. IN: FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. Brasília. Universidade de Brasília. Dissertação de Mestrado.
  • PINHO, Osmundo. A “Fiel”, a “Amante” e o “Jovem Macho Sedutor”: sujeitos de gênero na periferia racializada. Saude soc.,  São Paulo, v.16, n.2, p.133-145, Aug. 2007.
  • GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. IN: Caderno de formação política do círculo palmarino, n 1. 2011.
  • ORTEGA, Adriana Arroyo; HERNÁNDEZ, Natalia Astrid Ramírez e CORREA, Hirma Ester Sánchez. Retos y continuidades de jóvenes afrocolombianos/as desde sus prácticas identitarias: poéticas de la descolonización. IN: Afrodescendencias : voces en resistencia / Claudia Miranda … [et al.]. 1a ed. – Ciudad Autónoma de Buenos Aires CLACSO, 2018.
  • GOMES, Nilma Lino. Juventude, práticas culturais e negritude: o desafio de viver múltiplas identidades. Anais da 27 Reunião Anual da ANPED. Caxambu, MG, ANPED, 2004.
  • OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes De. Por que você não me abraça? • Reflexões a respeito da invisibilização de travestis e mulheres transexuais no movimento social de negras e negros?
  • JESUS, Rodrigo Ednilson de (Org.) . Reafirmando Direitos: trajetórias de estudantes cotistas negros(as) no ensino superior brasileiro. 01. ed. Belo Horizonte: Ações Afirmativas na UFMG, 2019. v. 1. 380p.

inscrições aqui.

Feminismos Negros – Seminário virtual do CLACSO

Coordinación: Rosa Campoalegre Septien (CIPS, Cuba) y Claudia Miranda (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Inicio: 30/09/2019 | Inscripción: 04/02/2019 al 27/09/2019

Carga horaria: (12 semanas) 48 horas de trabajo con profesor y 120 horas de dedicación total

Modalidades de pago
Si usted tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 95 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted tiene vínculo con una Red o Institución Asociada a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 140 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted NO tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago ANTES DEL 17/09/2019: USD 150 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).
  • Abonando en un pago: USD 190 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Presentación del curso:

Iniciamos este seminario en el contexto del Decenio Internacional de los Pueblos Afrodescendientes,con la intención de rebasarlo. Nuestro seminario forma parte del proyecto estratégico para alcanzar un conjunto representativo de demandas de formación académica y política, que tenga a las mujeres racializadas como interlocutoras y agentes directos de producción de conocimientos.

Los feminismos negros constituyen la razón de ser y el fundamento del seminario.Desde ese lugar de enunciación, el colectivo docente une a académicas-activistas afrofeministas, integrantes del Grupo de trabajo CLACSO “Afrodescendencias y propuestas contrahegemónicas”. Compartirán este espacio Rosa Campoalegre (Cuba), Anny Ocooró (Colombia) y Claudia Miranda (Brasil). Distingue al seminario la voz potente y hermosa de la mujer negra, interpretando, narrando y transformado por sí misma su historia ancestral.

El seminario comprende a los feminismos negros, teniendo en cuenta su complejidad y los define en calidad de teoría crítica, campo de acción, lugar de enunciación, posicionamiento ético y proyecto histórico de lucha. Son asumidos, en plural, a partir de la diversidad de sus contextos, heterogeniedad social y estrategias de lucha contra el racismo.

Múltipes razones justifican que desde el Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales se instale un seminario virtual dedicado a los feminimos negros. La primera de ellas está relacionada con la propia naturaleza y sentido histórico de CLACSO, devenida en red global de pensamiento crítico con fuerte presencia feminista.


Contenidos:

  • Los feminismos negros como proceso: lo invisibilizado emerge
  • Raza y racismo: Las contribuciones del feminismo negro para la lucha antirracista y anticolonial
  • La perspectiva interseccional
  • Movimiento de mujeres negras en América Latina y el Caribe
  • Plataforma política de las lideresas de América Latina y el Caribe ante el decenio internacional de los pueblos afrodescendientes
  • Feminismos negros y las dimensiones políticas, pedagógicas y espirituales: activismos de las afrobrasileñas
  • Las “Madres de santo”: Dimensiones político-organizacionales y lucha por reconocimiento en Brasil
  • Cuba: mujeres negras voces y silencios en resistencias
  • Disputas epistemológicas: Las investigaciones en redes de mujeres negras
  • Análisis comparado: Brasil, Colombia, Argentina y Cuba: mirando desde los feminismos negros

Bibliografía General del Seminario

  • Curiel, Ochy 2007 “Los aportes de las afrodescendientes a la teoría y la práctica feminista. Desuniversalizando el sujeto “Mujeres””, En Maria Luisa Femenias (Comp.), Perfiles del Feminismo Iberoamericano, vol. III. (Buenos Aires: Catálogos).
  • Jabardo, Mercedes (ed) 2012 Feminismos negros. Una antología. (Madrid: Traficante de sueños).
  • Carneiro, Sueli 2003 Ennegrecer el feminismo.
  • Bonilla Silva, Eduardo 2011 “¿Qué es el racismo? Hacia una interpretación estructural”. En: debates sobre ciudadanía y políticas raciales en las Américas Negras. (Cauca: Universidad Nacional de Colombia y Universidad del Valle.
  • Carneiro, Sueli. 2003 “El color del feminismo en Brasil”.
  • Crenshaw, Kimberly 2002 Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero”, (Florianopolis: Estudos Feministas) año 10.
  • Viveros Vigoya, Mara 2016 “La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación”. En Debate Feminista 52, (Bogotá: Universidad Nacional de Colombia)pp. 1-17.
  • Curiel, Ochy 2002 Identidades esencialistas o construcción de identidades políticas: El dilema de las feministas negras. Otras Miradas [en linea] 2002, 2 (diciembre): [Fecha de consulta: 31 de enero de 2019] Disponible en: ISSN 1317-5904
  • Gonzalez, Lélia 1988 A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, 92/93 (enero/junio 1988): 69-82.
  • Curiel, Ochy 2007 Los aportes de las afrodescendientes a la teoría feminista. Desuniversalizando el sujeto “Mujeres”. (Buenos Aires: Perfiles del Feminismo Iberoamericano) vol. III Catálogos.
  • Campoalegre, Rosa 2017 Más allá del Decenio de los pueblos afrodescendientes en Campoalegre, R. y Bidaseca,K (cords). Más allá del Decenio Internacional de los pueblos afrodecendientes. (Buenos Aires:CLACSO).
  • Comisión Económica de América Latina y el Caribe 2018 Mujeres afrodescendientes en América Latina y el Caribe. Deudas de igualdad. (Santiago de Chile: CEPAL).
  • Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora. Plataforma política de las lideresas de América Latina y el Caribe ante el decenio. En Campoalegre (ed.) Afrodescendencias. Voces en resistencia. (Buenos Aires: CLACSO/CIPS).
  • Carneiro, Sueli 2003 Mujeres en movimiento en (São Paulo:Estudos Avanzados) 17 (49).
  • Neto, Maria. I. D 2003 La puerta, el puente y la red: reflexiones para pensar (el concepto de red y el concepto de comunidad) En Neto, MARIA.I.D. y Pedro, R.M RL. Tejiendo el desarrollo. Saberes, género, ecología social. (Rio de Janeiro: Mauad Editora).
  • Campos, Zuleica. D. P. 2011 De Mãe de Santo a Mulher: Invenção e Reinvenção de Papéis. (São Paulo: Revista Mandrágora) , v. 17, p. 17-37.
  • Cavas, Claudio. y Neto, M. I. 2017 A diáspora negra: como as mulheres recriaram através da religião a África “imaginada” no Brasil de todos os santos.(Santa Catarina:Fazendo gênero).
  • Rubiera, Deysi e Inés María Martiautu (comps.) 2011 Afrocubanas.Historia, pensamiento y prácticas culturales (La Habana: Editorial Ciencias Sociales).
  • Collins, Patricia Hill 2016 Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. (Revista Sociedade e Estado) – Volume 31 Número 1 Janeiro/Abril.
  • Miranda, Claudia 2016 Intelectuais afrobrasileiras e suas contribuições para uma crítica pós-colonial feminista.
  • Campoalegre, Rosa 2018 Feminismos negros en clave descolonial: Enfoques, tensiones y futuros desde Cuba. (Bilbao: Cubainforma) Disponible en www cubinformción tv.
  • Ocoró, Anny y Alves, Maria José de Jesús 2018 Negritudes e africanidades na América Latina e no Caribe. (Uberlandia: Ribeirão Gráfica e Editora).Vol 2.
  • Segato, Rita Laura 2015 El Édipo negro: colonialidad y forclusión de género y raza en La crítica a la colonialidad en ocho ensayos y una antropología por demanda. (Buenos Aires: Prometeo).

inscrições aqui.