Compiladex de eventos internacionais

Se a pandemia trouxe algo de bom para nós, pesquisadores, foi a possibilidade de participarmos de eventos internacionais sem sairmos de casa. Pra quem ainda não foi pego pela estafa das redes e quer/precisa de mais eventos no currículo, separamos algumas oportunidades com editais em aberto:

VI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra

Quando? dias 12, 13 e 14 de outubro de 2021
Envio de propostas até dia 03/04 😳 – corra! há tempo.
Editais aqui.

I Congresso Internacional sobre os Novos Desafios dos Direitos Humanos

Evento online, promovido pelo Instituto Iberoamericano de Estudos Jurídicos em parceria com o Laboratório de Direitos Humanos da UFU. Quando? dias 23 e 24 de julho de 2021.
Inscrições e informações aqui.

II Seminário Internacional do Núcleo de Pesquisa e Observatório Jurídico (Re)Pensando o Trabalho Contemporâneo

Quando? Dias 22 a 24 de setembro de 2021.
Inscrições e informações neste site.

Encontro Internacional de Estudantes e Pesquisadores sobre Cárcere e Acesso a Direitos Educativos

Evento online, promovido pela UNICEN, Universidad de Playa Ancha, UFF e Universidad de la República Uruguai.
Quando? dias 7 e 8 de outubro de 2021.
Para maiores informações, acesse a página do evento.

Military justice as it is, as it was, as it was compared and as it could be – International Military Justice Forum

Onde? Musée de l’Armée – Cour de Cassation – Paris, France.
Quando? dias 18 e 19 de novembro de 2021.
Maiores informações aqui.

XXVII Congresso Internacional sobre Derecho y Genoma Humano

Onde? Bilbao, España.
Quando? 18 e 19 de maio de 2021.
Acesse a página da Cátedra organizadora aqui. (alertamos que a página não é lá muito intuitiva 🤗)

International Conference on Social Science & Humanities

Conferência online, via zoom.
Quando? dias 13 e 14 de abril.
Como as inscrições levam uns dias para serem processadas, faça logo (nessa altura, é possível somente para ouvintes). Acesse aqui.

Esperamos que possa/consiga aproveitar alguma/s oportunidade/s compartilhadas aqui ;D

Até o próximo post!



participe do nosso grupo de leituras, (des)fazendo gênero

O quero publicar decidiu avançar! Agora, além desse blog, temos um grupo de leituras feministas, o (des)fazendo gênero.

Com uma pauta liiiinda – reservada para integrantes (sorry), pretendemos pensar sobre os avanços e retrocessos da condição da mulher em nossa sociedade.

Caso queira participar, por favor, preencha esse formulário aqui, que estará disponível até sexta-feira, 05/06/2020.

Agradecemos o interesse!

As selecionadas serão informadas que o foram até 12/06/2020.

Siga nos acompanhando que, em breve, novos projetos sairão do papel!

Assine o nosso blog e nos acompanhe também pelo instagramfacebook e twitter.

Ah… e divulgue para os amigos que querem publicar!

Ajude a mantermos nossos canais!
Temos uma parceria com a Amazon, que nos remunera a cada cadastro para conhecer…
Amazon Prime – O cadastro é rapidinho, e você usufruirá do programa gratuitamente, por 30 dias.
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e a Amazon Music – O cadastro também é rapidinho, e você usufruirá do programa gratuitamente, por 3 meses!
O link é esse aqui: https://amzn.to/2ZNi2vY

(ou conheça alguns dos livros que já editamos – ou fizemos a revisão técnica -, e aproveite os descontos especiais clicando aqui)
importante: só recebemos se o cadastro (ou a compra) for feito imediatamente, antes de navegar por outros espaços do site.

Gratidão. 🥰

Já baixou seus e-books da Scielo Livros?

Você provavelmente já tomou conhecimento de que amazon está disponibilizando GRATUITAMENTE centenas de e-books acadêmicos lançados por editoras universitárias (sob o selo da Scielo Livros). Se é seu caso, ignore o post.

Agora, se não sabia da ação, aproveite que, por razões de solidariedade, o momento requer que fiquemos em casa, para atualizar sua biblioteca digital!

Os títulos podem ser acessados aqui, ó: https://www.amazon.com.br/scielo/s?k=scielo

Não sabemos até quando os livros estarão disponíveis. Portanto, aproveite!

acervos digitais nacionais

Seja por curiosidade ou necessidade, conhecer e consultar o acervo digital de algumas bibliotecas pode ser um bom programa. ~ Sem falar que você acaba auxiliando na sua manutenção. Afinal, o número de acessos implica na perpetuação do sistema e no desenvolvimento de novos programas e projetos.
Assim, elaboramos essa petit lista de algumas bibliotecas nacionais cujo acervo digital é riquíssimo!

Aproveite! Mas não deixe de visitar as bibliotecas (físicas) vez ou outra!

Biblioteca Digital da Fundação Biblioteca Nacional

Com 2.097.618 documentos disponíveis, todos eles digitalizações de originais, a Fundação Biblioteca Nacional permite que possamos consultar seu acervo sem sair de casa.
A Fundação disponibiliza, ainda, alguns projetos específicos, como a Rede da Memória Virtual Brasileira, sobre as expressões culturais das artes, música, literatura e história do país e de suas regiões; A França no Brasil, que é um portal digital entre as Bibliotecas Nacionais do Brasil e da França; Periódicos & Literatura; Guerra do Paraguai; Coleção Thereza Christina, nome da coleção de fotografias do Imperador D. Pedro II, e outros mais.

Você sabia que a Biblioteca Nacional é a maior biblioteca da América Latina? E que, segundo a Unesco, ela está dentre as 10 maiores do mundo\?

Biblioteca Digital do Museu Nacional 

A Biblioteca Digital do Museu Nacional abriga versões digitais de obras raras e, também, as publicações editadas pelo Museu Nacional.
Depois do incêndio ocorrido em setembro de 2018, muitas dessas obras raras agora só existam digitalmente. 🙁
Navegue por lá!

Biblioteca Virtual da América Latina

Com o objetivo de disseminar informação e conhecimento sobre a América Latina, a Fundação Memorial da América Latina mantém, com o apoio da FAPESP, um espaço virtual com acervo de humanidades, ciências e artes produzidos pelo Memorial. E tem um espaço todinho dedicado ao Darcy Ribeiro. 🥰

Biblioteca Digital do Senado Federal 

O Senado mantém um acervo digital variado: livros, obras raras, artigos de revista, notícias de jornal, produção intelectual de senadores e servidores do Senado Federal, legislação em texto e áudio (sabia dessa?), dentre outros documentos.
Tudo ali está em domínio público ou os direitos autorais foram cedidos por seus proprietários, de modo a viabilizar downloads gratuitos.

Domínio Público

Desenvolvida pelo Ministério da Educação – MEC, a página disponibiliza gratuitamente livros de autores brasileiros e portugueses, bem como textos, imagens, vídeos e áudios que estão em domínio público.
Além disso tudo, o sistema recupera publicações científicas da base de teses e dissertações da CAPES.

Banco de Teses da CAPES 

No final do mestrado e do doutorado, é preciso que o candidato faça o depósito de seu trabalho na secretaria do programa de pós-graduação do programa ao qual está vinculado. Umas das versões digitais entregues seguirá para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, que o disponibilizará em seu banco.
Isso acontece desde a criação da Plataforma Sucupira, em 2014.
Antes disso, somente autoria, orientação, instituição e resumo eram exibidos – e seguem sendo exibidos assim os trabalhos mais antiguinhos. Ainda assim, é uma baita mão na roda… Sabendo da existência do trabalho, fica fácil ir até o site da instituição em questão e obtê-lo.

Brasiliana

A Brasiliana é fruto da doação do acervo pessoal do bibliógrafo José Mindlin e sua esposa Guita para a Universidade de São Paulo.
Verdadeiras preciosidades estão por lá: obras que reúnem parte da história artística, literária, científica e cultural do país.
Entre os títulos (físicos e digitalizados) estão raridades como um exemplar da primeira edição de O Guarany (então com Y), de José de Alencar, além das primeiras descrições do Brasil, feitas no século 16 por viajantes estrangeiros como Hans Staden, André Thevet e Jean de Léry. Livros, mapas e imagens em domínio público podem ser consultados no site.

Museu Afro Brasil – Acervo digital

Esse acervo é composto por mais de 5 mil obras organizadas por meio de Núcleos temáticos, abrangendo aspectos da arte, da religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho, da escravidão e das festas populares, registrando a trajetória histórica, artística e as importantes influências africanas na construção da sociedade brasileira.

Biblioteca Virtual de Direitos Humanos

Essa biblioteca foi criada pela Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, e oferece acesso a materiais relativos à defesa e à promoção dos Direitos Humanos no Brasil. Todo o material está na língua portuguesa.
Trata-se de repositório importante, vez que são poucos que reúnem em um só lugar todos os tratados e convenções que o Brasil ratificou.

Arquivos da Ditadura

Conhece os livros do Elio Gaspari sobre a ditadura?
Os documentos obtidos pelo autor durante suas pesquisas para escrever os livros que integram a Coleção Ditadura estão aqui. São mais de 15 mil itens… bilhetes, despachos, discursos, manuscritos, diários de conversas e telegramas do governo americano.

Biblioteca digital do Supremo Tribunal Federal

Para estudantes e profissionais da área de Direito, é uma ótima fonte de pesquisa. Disponibiliza documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área. A relação completa está aqui.

E você, conhece algum acervo que merece aparecer nessa nossa lista?

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Até o próximo post.

Juventudes negras y racismo – Seminário virtual do CLACSO

Coordinación: Rodrigo Ednilson de Jesus (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Inicio: 30/09/2019 | Inscripción: 04/02/2019 al 27/09/2019

Carga horaria: (12 semanas) 48 horas de trabajo con profesor y 120 horas de dedicación total

Modalidades de pago
Si usted tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 95 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted tiene vínculo con una Red o Institución Asociada a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 140 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted NO tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago ANTES DEL 17/09/2019: USD 150 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).
  • Abonando en un pago: USD 190 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Presentación del curso:

Desde una perspectiva decolonial amefricana (González), el seminario buscará indagar sobre cómo el racismo atraviesa la construcción identitaria de los/as jóvenes negros/as , las oportunidades educativas y las experiencias sociales que atraviesan.

El curso problematizará las experiencias narradas por jóvenes adolescentes, siendo posible observar y analizar los estereotipos de los cuerpos y el silenciamiento acerca del racismo. Nos interesa conocer cómo estas experiencias interfieren en la autoestima de las y los jóvenes, contribuyendo, directa e indirectamente, tanto en la socialización y educación alcanzada como en las posibilidades de agenciamiento de esta población.


Contenidos:

  • Mas afinal, os(as) jovens negros(as) existem?
  • Jovens negros ou negros jovens? a onipresença do racismo
  • Juventude Negra e racismo no contexto escolar
  • Juventude negra e condições de vida
  • Juventude negra, genocidio e encarceramento
  • Juventude negra e afetividade
  • Juventude e Feminismos negros
  • Juventude negra, identidades e empoderamento
  • Juventude negra e Culturas urbanas
  • Juventude negra questionando masculinidades hegemónicas
  • Juventude negra e as lutas por educação

Bibliografía General del Seminario

  • SPOSITO, Marília Pontes. A pesquisa sobre Jovens na Pós-Graduação: um balanço da produção discente em Educação, Serviço Social e Ciências Sociais (1999-2006). IN: SPOSITO, Marília Pontes. (Coord.) O Estado da Arte sobre juventude ba pós-graduação brasileira: Educação, Serviço Social e Ciências Sociais (1999-2006). volume 1. Belo Horizonte, MG : Argvmentvm, 2009.
  • FRIGERIO, Alejandro. De la desaparición de los negros a la reaparición de los afrodescendientes: comprendiendo las políticas de las identidades negras, las clasificaciones raciales y de su estudio en Argentina. IN: Los estudios afroamericanos y africanos en América Latina : herencia, presencia y visiones del otro. Córdoba ; Buenos Aires. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales CEA-UNC, Centro de Estudios Avanzados-Universidad Nacional de Córdoba. 2008.
  • JESUS, Rodrigo Ednilson de. Mecanismos eficientes na produção do fracasso escolar de jovens negros: estereótipos, silenciamento e invisibilização. Educ. rev., Belo Horizonte, v.34,  e167901, 2018.
  • RANGEL, Marta; DEL POPOLO; Fabiana. Perfiles demográficos y socioeconómicos: entre la diversidad y la desigualdad. IN: Juventud afrodescendiente en América Latina: realidades diversas y derechos (in)cumplidos. Fondo de Población de las Naciones Unidas (UNFPA).
  • FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Apontando para o genocidio: o racismo como fundamento do exterminio. IN: FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. Brasília. Universidade de Brasília. Dissertação de Mestrado.
  • PINHO, Osmundo. A “Fiel”, a “Amante” e o “Jovem Macho Sedutor”: sujeitos de gênero na periferia racializada. Saude soc.,  São Paulo, v.16, n.2, p.133-145, Aug. 2007.
  • GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. IN: Caderno de formação política do círculo palmarino, n 1. 2011.
  • ORTEGA, Adriana Arroyo; HERNÁNDEZ, Natalia Astrid Ramírez e CORREA, Hirma Ester Sánchez. Retos y continuidades de jóvenes afrocolombianos/as desde sus prácticas identitarias: poéticas de la descolonización. IN: Afrodescendencias : voces en resistencia / Claudia Miranda … [et al.]. 1a ed. – Ciudad Autónoma de Buenos Aires CLACSO, 2018.
  • GOMES, Nilma Lino. Juventude, práticas culturais e negritude: o desafio de viver múltiplas identidades. Anais da 27 Reunião Anual da ANPED. Caxambu, MG, ANPED, 2004.
  • OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes De. Por que você não me abraça? • Reflexões a respeito da invisibilização de travestis e mulheres transexuais no movimento social de negras e negros?
  • JESUS, Rodrigo Ednilson de (Org.) . Reafirmando Direitos: trajetórias de estudantes cotistas negros(as) no ensino superior brasileiro. 01. ed. Belo Horizonte: Ações Afirmativas na UFMG, 2019. v. 1. 380p.

inscrições aqui.