Expressões latinas para uso nas notas de rodapé

Você tem o hábito de utilizar expressões latinas nas notas de rodapé dos seus trabalhos acadêmicos?
Sabe o que cada uma delas significa?
[Tem certeza?!]

Para inaugurar as postagens 2021, preparamos uma listinha com as expressões latinas mais utilizadas em trabalhos acadêmicos, seguida da sua tradução e de uma breve dica de uso. Vem com a gente ; D

apud [citado por]

indica uma fonte indireta, citada na obra do autor referenciado. evite usá-la se a obra for de fácil localização. reserve o uso para obras raras ;D

ibid. | ibidem [na mesma obra]

indica autor e obra já citados no texto, mas com página diferente. ex: Ibidem. p. 10.

cf. | confer [confira|compare]

usada para recomendar consulta a um outro trabalho – relacionado ao tema abordado e/ou para aprofundamento de um assunto que não o do texto -, mas interessante para melhor compreensão da matéria, ou a uma outra nota de rodapé.

id. | idem

indica autor já citado, mas com obra diferente. serve, também, para indicar o mesmo autor, da mesma obra e página, desde que presente em nota anterior.

loc. cit. | loco citato [no lugar citado]

indica obra já citada, com mesma página, mas com notas intercaladas.

et. seq. | et. sequentia [o que segue ou seguinte]

usada quando existem diversas citações de um mesmo documento, mas em páginas distintas. para não citar todas elas, indica-se somente a primeira.

op. cit. | opus citatum [na obra citada]

indica obra já citada, com página diferente – mas com notas intercaladas. só pode ser utilizada na mesma página da citação a que se refere.

passim [aqui e ali]

informação retirada de páginas diferentes da referência citada – sem indicar, precisamente, quais delas.


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Libere o adolescente que há em você e engaja aí! Curta, comente, compartilhe e salve para consultas futuras (afinal, a dúvida bate inesperadamente, e você poderá precisar saber o que significa e como usar uma ou outra expressão 🙃).

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2ª fase da OAB: dicas e estratégias

Se você está prestes a fazer a temida 2ª fase da OAB, um certa apreensão toma conta de você nesse momento. (Ainda mais depois das mudanças das datas, em razão da pandemia!)

É importante ter em mente que o primeiro passo foi dado, a aprovação na fase objetiva é uma etapa importante e digna de comemoração, mas atenção ao foco que a prova discursiva exige.

É certo que, com treinos e macetes, a fase de preparação do examinando se torna mais confortável, portanto, é de extrema relevância achar um método que se encaixe ao seu perfil.

A importância de uma rotina de estudos

O primeiro e mais importante detalhe a ser acertado, é a sua rotina de estudos.

Entretanto, seja sincero (a) e estabeleça uma rotina condizente com seu tempo e afazeres.

Estipular rotinas exaustivas e horas seguidas de estudos sem levar em conta o trabalho, as obrigações da faculdade (caso o examinando ainda esteja se graduando) e demais responsabilidades acumuladas, certamente levará ao não cumprimento integral do cronograma e por consequência, a ansiedade e frustração poderão surgir nesse momento.

Tenha em mente que embora seja uma fase que demanda atenção e compromisso, ela não precisa ser sinônimo de desespero.

Com um cronograma que atenda e se encaixe à sua rotina, certamente as metas diárias serão cumpridas e consequentemente, você, examinando, se sentirá mais seguro.

Caso não esteja estudando por cursinhos preparatórios e queira elaborar seu cronograma de estudos, podemos ajudar. Entre em contato através do e-mail (projetoeuqueropublicar@gmail.com) e conte-nos sua área selecionada (ex. civil, penal, tributário), bem como, sua rotina e horários disponíveis para os estudos.

A escolha do material

Na segunda fase é permitido o uso de Vade Mecum para consultas, assim, é comum diversos examinandos ficarem ansiosos ao escolherem o material.

Portanto, aqui vão algumas dicas para tornar esse momento menos nebuloso.

Primeiro, consulte colegas que já fizeram o exame na mesma matéria que você. Pergunte o que acharam do material selecionado e quais os pontos positivos e negativos. Compare. Analise.

É importante escolher um material que atenda suas preferências. Qual o tamanho da letra? Há espaçamento suficente para fazer remissões? Qual a editora?

De qualquer modo, prefira materais que tenham índices rápidos e priorize a agilidade neste momento. Lembre-se: o tempo deve ser seu aliado na prova prática.

Por fim, é importante checar quais itens são permitidos para a marcação do seu material.

Atente-se sempre que na utilização do seu Vade, você não pode usar post-it, nem mesmo em branco, para sinalizar marcações ou divisões. No lugar disso, utilize clipes coloridos ou etiquetas impressas (de fábrica) contendo as simples remissões.

Lembre-se: Você ainda pode utilizar diferentes tipos e cores de canetas ou marca texto para grifar, circular, sublinhar, ou anotar simples remissões diretamente na página do seu Vade Mecum.

Se ainda não está seguro para marcar seu material, consulte um colega que realizou o exame e tire suas dúvidas. Isso pode ajudar.

Não adquiri um curso preparatório, por onde estudo?

Cronograma em mãos é hora de se atentar pra qual método de estudos mais se encaixa ao seu perfil.

É extremamente importante que o examinando se sinta confortável com seu método de estudos e para isso, uma avaliação pessoal é muito importante.

A partir disso, questione sempre qual seu método mais eficaz: Repetindo questões, escrevendo, assistindo video aulas, construíndo mapas mentais ou estruturando peças e rascunhos?

Simplesmente tenha seu método e saiba, desde já, que receitas prontas não existem. Nosso perfil de aprendizagem é único.

Se você é do time que preferiu não adquirir um curso preparatório, saiba que na internet há diversos conteúdos disponibilizados de forma gratuita.

Portanto, se o seu modo de aprendizagem gira em torno de repetir questões e conferir peças passadas, é interessante consultar um banco com as peças que já caíram em exames passados. Como dica, deixamos aqui o acervo do “Blog Exame de Ordem”, onde o examinando consultará correções de peças e também, “o raio x” das peças que mais caíram na história do exame.

A propósito, se você se encaixa bem ao método de vídeo aulas, neste mesmo Blog encontrará diversos vídeos com dicas de professores específicos de cada matéria.

Além disso, se você optou por prática penal ou prática civil, há uma plataforma online de ensino (Kultivi.com) que disponibilizou mais de 80 aulas para a segunda fase.

O conteúdo está disponível para qualquer dispositivo com acesso à internet e através da plataforma, mediante criação de cadastro, os examinandos poderão acessar gratuitamente todo o material.

Confere!!

Ainda com relação às dicas de materiais gratuitos para a segunda fase, a plataforma de compartilhamentos de vídeo ‘Youtube’ é repleta de aulas voltadas para a prova prática. Basta que você acesse e digite qual sua área escolhida para a realização da prova prática e escolha os conteúdos disponibilizados.

NO MEIO DA PREPARAÇÃO, HAVIA UMA PANDEMIA

Se você, assim como inúmeros examinandos, foi pego de surpresa pela pandemia, provavelmente tem passado por picos de nervosismo e ansiedade.

Embora clichê, a mentalidade a ser seguida neste momento é no sentido de não se desesperar e, na medida do possível, tentar manter a rotina de estudos em dia.

Esse momento vai passar e o exame acontecerá, embora tenha sido adiado e remarcado por vezes.

O importante, neste cenário, é manter o foco na saúde física e mental.

Exercite-se. Hidrate-se. Estude. Não necessariamente nesta ordem. Só faça.

Observação importante: Se não conseguir se concentrar e sentir que os momentos de ansiedade e angústia estejam cada vez mais constantes, procure ajuda profissional.

Cuide-se, futuro(a) advogado(a).

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Livros para pensarmos raça, vulnerabilidades e feminismos

Em meio a explosão midiática de casos de racismo, tornou-se perceptível a necessidade de estudarmos mais sobre o tema. Afinal, para combater, é preciso conhecer!

Assim, preparamos uma lista de obras escritas por mulheres negras brasileira – que vão da filosofia à literatura – , para ajudá-lo a pensar as mais diversas questões ligadas a raça em nosso país. Esperamos que inspire-se!

Quem tem medo do feminismo negro, de Djamila Ribeiro

“Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.
Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista Carta Capital , entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.
Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.”

Disponível para compra aqui.

Interseccionalidade, de Carla Akotirene

A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Neste volume, a autora Carla Akotirene discute o conceito de interseccionalidade como forma de abarcar as interseções a que está submetida uma pessoa, em especial a mulher negra. O termo define um posicionamento do feminismo negro frente às opressões da nossa sociedade cisheteropatriarcal branca, desfazendo a ideia de um feminismo global e hegemônico como diretriz única para definir as pautas de luta e resistência. 

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Lugar de fala, de Djamila Ribeiro

Com o objetivo de desmistificar o conceito de lugar de fala, Djamila Ribeiro contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cisheteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala. 

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Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil, de Sueli Carneiro

Entre 2001 e 2010, a ativista e feminista negra Sueli Carneiro produziu inúmeros artigos publicados na imprensa brasileira. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil reúne, pela primeira vez, os melhores textos desse período. Neles, a autora nos convida a refletir criticamente a sociedade brasileira, explicitando de forma contundente como o racismo e o sexismo têm estruturado as relações sociais, políticas e de gênero.

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Retratos do Brasil Negro, de Lélia Gonzales

Obra que versa sobre a trajetória de vida, a produção intelectual e o ativismo político de uma das maiores lideranças do movimento negro brasileiro do século XX. Através da biografia de Gonzalez, os autores deixam entrever o processo de abertura democrática, revelando ainda a construção de identidade coletiva de segmentos excluídos da política nacional, notadamente os negros e as mulheres. Esta obra faz parte da Coleção Retratos do Brasil Negro, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora e consultora da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. 

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Quando me descobri negra, de Bianca Santana

“Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena.” É com essa afirmação que Bianca Santana inicia uma série de relatos sobre experiências pessoais ou ouvidas de outras mulheres e homens negros. Com uma escrita ágil e visceral, denuncia com lucidez – e sem as armadilhas do discurso do ódio – nosso racismo velado de cada dia, bem brasileiro, de alisamentos no cabelo, opressão policial e profissões subjugadas.
“Quando me descobri negra fala com sutileza e firmeza de um processo de descoberta inicialmente doloroso e depois libertador. Bianca Santana, através da experiência de si, consegue desvelar um processo contínuo de rompimento de imposições sobre a negritude, de desconstrução de muros colocados à força que impedem um olhar positivo sobre si. Caminhos que aos poucos revelam novas camadas, de um ser ressignificado. Considero este livro um presente, é algo para se ter sempre às mãos e ir sendo revisitado. Bianca, ao falar de si, fala de nós.” – Djamila Ribeiro, colunista da Carta Capital, pesquisadora na área de filosofia política e feminista.”Escritos romantizados, tristes e fortes, delicados e agudos, de uma dura e naturalizada realidade que se reinventa em vermelho e cinza a cada dia nas periferias, mas também nos espaços de classe média universitária ou médica, ou ainda nos voos São Paulo-Paris.” – Douglas Belchior, militante do movimento negro e conselheiro da UNEafro-Brasil.

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Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus

O diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus deu origem à este livro, que relata o cotidiano triste e cruel da vida na favela. A linguagem simples, mas contundente, comove o leitor pelo realismo e pelo olhar sensível na hora de contar o que viu, viveu e sentiu nos anos em que morou na comunidade do Canindé, em São Paulo, com três filhos.

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Olhos D’Água, de Conceição Evaristo

Em Olhos d’água Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem. Sem sentimentalismos, mas sempre incorporando a tessitura poética à ficção, seus contos apresentam uma significativa galeria de mulheres: Ana Davenga, a mendiga Duzu-Querença, Natalina, Luamanda, Cida, a menina Zaíta. Ou serão todas a mesma mulher, captada e recriada no caleidoscópio da literatura em variados instantâneos da vida? Elas diferem em idade e em conjunturas de experiências, mas compartilham da mesma vida de ferro, equilibrando-se na “frágil vara” que, lemos no conto “O Cooper de Cida”, é a “corda bamba do tempo”. Em Olhos d’água estão presentes mães, muitas mães. E também filhas, avós, amantes, homens e mulheres – todos evocados em seus vínculos e dilemas sociais, sexuais, existenciais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a humana condição. Sem quaisquer idealizações, são aqui recriadas com firmeza e talento as duras condições enfrentadas pela comunidade afro-brasileira.

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Eu, empregada doméstica – a senzala moderna é o quartinho da empregada, de Preta-Rara

“As trabalhadoras domésticas nunca desejaram ser domésticas, mas por falta de opção honraram essa profissão e desempenharam ótimo trabalho que quase sempre não são reconhecidos. Estamos na luta por dias melhores de garantir nossos direitos trabalhistas até sermos respeitadas dentro do nosso local de trabalho, em busca de relações trabalhista no qual humanizam nossa existência. Relembrar minhas dores e vivenciar as dores das trabalhadoras em cada relato que leio diariamente é um dolorido profundo, porém necessário fazer a nossa voz ecoar. Mulheres trabalhadoras domésticas desse Brasil, foi tão difícil chegar até aqui, quantas de nós perdemos a vida dedicando a nossa existência em prol de pessoas que querem somente a nossa força de trabalho. Existimos e resistiremos cobrando nossos direitos. Grande abraço a todas as domésticas do Brasil. Força na luta ainda chegará um dia que nosso trabalho será reconhecido e assim o quartinho da doméstica deixará de ser a senzala moderna. “

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