I Seminário de Criminologia Feminista

Vozes – Estudos e Pesquisas, em parceria com a Editora Blimunda, e com o apoio da Anacrim, convida todas e todos para o I Seminário de Criminologia Feminista, que terá como enfoque a articulação do debate entre os estudos das ciências criminais e as epistemologias feministas, colocando no centro de sua proposta o corpo e a vida das mulheres, desde uma perspectiva interseccional.

Quando? 27, 28 e 29 de outubro de 2020, das 19 às 21h.
Onde?
Na sua tela! É que o I Seminário de Criminologia Feminista será inteiramente online (todes inscrites receberão o link para acesso ao ambiente virtual na véspera do evento).

Programação

27/10 – 19h – Criminologia Feminista e Interseccionalidade

Vilma Piedade
Mulher Preta. Escritora. Feminista e antirracista. Autora da obra Dororidade.

Deise Benedito
Mestra em Direito e Criminologia pela UnB. Especialista em Relações de Gênero e Raça. Ex-Perita do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate a Tortura.

Elaine Pimentel
Doutora em Sociologia pela UFPE. Mestra em Sociologia e graduada em Direito pela Ufal. Professora Adjunta do Curso de Graduação e Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Ufal. É líder dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos e Políticas Penitenciárias (NEPP) e CARMIM Feminismo Jurídico, e Vice-líder dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos sobre a Violência em Alagoas (NEVIAL) e Grupo de Pesquisa Educações em Prisões (GPEP), todos registrados no CNPq.

Soraia Mendes
Pós-Doutora em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ. Doutora em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Mestra em Ciências Políticas pela UFRGS. Consultora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Coordenadora Nacional do Comitê para América Latina e o Caribe de Defesa dos Direitos das Mulheres – CLADEM. Advogada. Professora Universitária.

28/10 -19h – Produção acadêmica feminista

Natália Damazio
Doutora em Direito Constitucional e Teoria Política pela PUC-Rio. Mestra em Teoria e Filosofia do Direito pela UERJ. Integrante do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro.

Michelle Karen Santos
Mestra e Doutoranda em Ciências Criminais pela PUC/RS. Coordenadora do Grupo de Estudos em Direito e Criminologia da Escola Superior de Advocacia da OAB-RS. Pesquisadora vinculada ao Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Segurança e Administração da Justiça Penal (GPESC|PUC/RS).

Vanessa Chiari
Doutora em Direito pela UFPR. Professora Adjunta de Direito Penal e Criminologia do Programa de Pós-Graduação em Direito e do Departamento de Ciências Penais da UFRGS. Advogada.

Marcelli Cipriani
Doutoranda em Sociologia e Bacharela em Ciências Sociais pela UFRGS. Mestra em Ciências Sociais e Bacharela em Direito pela PUC/RS.

29/10 – 19h – Mulheres e sistemas de justiça

Alice Bianchini
Doutora em Direito penal pela PUC/SP. Mestre em Direito pela UFSC. Especialista em Teoria e Análise Econômica pela Unisul/SC, e em Direito Penal Econômico Europeu pela Universidade de Coimbra/IBCCrim. Foi professora do Departamento de Direito Penal da USP e do Curso de Mestrado em Direito da Uniban/SP. Foi Coordenadora dos Cursos de Especialização Tele presenciais da Rede LFG. Atualmente, leciona em diversos cursos de especialização, é Conselheira Federal da OAB, Vice-Presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, e Presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreiras Jurídicas – Comissão São Paulo – ABMCJ/SP. É coordenadora da Pós-Graduação Direito das Mulheres: teoria, prática e ação transformadora, do Meu Curso.

Mariana Bazzo
Mestra em Estudos Sobre Mulheres pela Universidade Aberta de Portugal. Pós-Graduada em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito de Coimbra. Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná, com atuação na 2a Promotoria de Justiça da Criança e do Adolescente de Curitiba.

Andressa Paula de Andrade
Mestra em Direito pela UENP. Especialista em Ciências Penais e pela UEM. Docente do curso de Direito da UNIFATECIE. Advogada.

Erika Mendes
Doutora em Direito Penal pela Universidad de Zaragoza. Mestra em Direito Penal pela UEM. Professora Associada de Direito Penal e Coordenadora do Núcleo de Estudos Penais da UEM.

Clara Masiero
Doutora em Direito pela Unisinos. Mestra em Ciências Criminais pela PUC/RS. Professora na Universidade São Judas Tadeu/SP. Advogada.

💰 Investimento

O curso conta com três categorias de inscrição:
Estudante – R$ 25,00 por pessoa
Profissional – R$ 50,00 por pessoa
Inscrições solidárias – de R$ 70,00 a R$ 120,00 por pessoa
[Optando pela inscrição solidária, você garante a sua inscrição e contribui com o custeio das bolsas!]  
Inscrição solidária 1 – R$ 70,00
Inscrição solidária 2 – R$ 90,00
Inscrição solidária 3 – R$ 120,00

As inscrições estarão abertas até o dia 26/10/2020, ou até esgotarem as vagas.

📚 Bolsas Solidárias

A organização do Seminário pretende distribuir (pelo menos!) 15 bolsas para participantes feministas, de movimentos populares, coletivos e organizações da sociedade civil; mulheres negras, trans e/ou indígenas, e pessoas beneficiárias do auxílio emergencial e/ou do programa bolsa família.

Para solicitar uma bolsa, a interessada ou o interessado deverá preencher este formulário aqui [https://forms.gle/cnA8zF5RNZ6qY7PW7], até o dia 20.10.2020.

O resultado das bolsas será divulgado no dia 25.10.2020, mediante contato direto, por e-mail, às/aos selecionadas/os.

*Haverá certificação de 8H/A.

Aproveite para:
adquirir a obra Criminologia Feminista no Brasil: diálogos com Soraia Mendes
Impresso: https://amzn.to/3mUmEJJ
Digital: https://amzn.to/2F8qe1W

integrar o grupo Criminologia Feminista, no telegram: https://t.me/joinchat/HjgB2xvVkpnZ9-GXvEwU8w

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participe do nosso grupo de leituras, (des)fazendo gênero

O quero publicar decidiu avançar! Agora, além desse blog, temos um grupo de leituras feministas, o (des)fazendo gênero.

Com uma pauta liiiinda – reservada para integrantes (sorry), pretendemos pensar sobre os avanços e retrocessos da condição da mulher em nossa sociedade.

Caso queira participar, por favor, preencha esse formulário aqui, que estará disponível até sexta-feira, 05/06/2020.

Agradecemos o interesse!

As selecionadas serão informadas que o foram até 12/06/2020.

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MARIELLE FRANCO – Escreva um ensaio feminista e concorra a prêmios

O Instituto Marielle Franco e a Editora Contracorrente divulgaram edital para o Prêmio Marielle Franco de Ensaios Feministas 2020.

Para participar da premiação, é necessário que o ensaio a ser submetido seja escrito por, no máximo, duas autoras (mulheres, podendo ser trans ou cisgênero), com mais de dezoito anos e de nacionalidade brasileira.

Importante: o conteúdo precisa ser original!

Temas abrangidos por esta premiação

· Feminismo e violência contra a mulher

· Feminismo e democracia

· Feminismo negro

· Feminismo e classes sociais

· Feminismo e identitarismo

· Feminismo e arte

· Feminismo e lugar de fala

· Teorias críticas do feminismo

· O corpo feminino e a sociedade 

Premiação

primeira colocação – R$10.000,00 e a publicação do texto na coleção Marielle Franco de Ensaios Feministas, da Editora Contracorrente.
(A(s) autora(s) fará(ão) jus à 5% do preço de capa da obra, sendo que os demais 5% serão revertidos em favor do Instituto Marielle Franco.)

Inscrições

Para realizar a inscrição, a(s) interessadas(s) deverão preencher o formulário que pode ser acessado por aqui, até 14 de junho de 2020.

Para mais informações, acessem: https://www.institutomariellefranco.org/ensaios-feministas.

Boa sorte!

Introducción a las Teorías Feministas II

Sobre el curso

El curso “Introducción a las Teorías Feministas II”, entrega a sus participantes una revisión crítica de las principales corrientes feministas, desde sus usos y aplicaciones históricas, con el objetivo de contribuir a la comprensión y ampliación de los debates actuales para la disminución de la inequidad social entre géneros.

De este modo, el curso busca reconocer la existencia de múltiples aproximaciones teóricas, sujetos de reflexión y estudios en la conformación del campo de las teorías feministas, entregando así, una amplia visión de antecedentes históricos y conceptuales para comprender el desarrollo de sus corrientes, las que condensan en demandas políticas.

Finalmente, el curso propone una discusión colectiva para la construcción de un análisis sobre las actuales demandas de género, asuntos de las mujeres, diversidades de género y feministas en Chile, como también en Latinoamérica y El Caribe, con el fin de dar cuenta de la estrecha relación entre teorías y acción política.

Contenidos del curso

Los contenidos de este curso han sido formulados por académicas del Centro Interdisciplinario de Estudios de Género (CIEG), el Núcleo de Investigación en Género y Sociedad Julieta Kirkwood, el Centro de Estudios de Género y Cultura en América Latina (CEGECAL) y miembros del equipo docente de la Facultad de Ciencias Sociales y el Instituto de la Comunicación e Imagen de la Universidad de Chile.

Descarga el Programa del Curso en este link

Requisitos

El curso está dirigido a público general, interesados e interesadas en conocer y comprender el desarrollo de las teorías feministas y el campo de acción política de los movimientos de mujeres, de diversidades de género y feministas en Chile, como también, en Latinoamérica y El Caribe.

No hay requisitos de ingreso. Este curso ofrecido por UAbierta de la Universidad de Chile está dirigido a todas las personas interesadas en conocer más y reflexionar sobre las temáticas que aborda el curso.

Equipo académico

Claudio Millacura Salas (Coordinador académico)

María Elena Acuña (Coordinadora académica)

Antropóloga Social, Doctora en Estudios Americanos. Profesora Asistente del Departamento de Antropología, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Chile. Especialista en teorías de género, educación y política.

María Emilia Tijoux Merino

María Antonieta Vera

Doctora en Ciencia Política con Especialidad Estudios de Género por la Universidad Paris 8. Actualmente se desempeña como investigadora de la Escuela de Ciencia Política y Relaciones internacionales de la Universidad Academia de Humanismo Cristiano y del Centro de Estudios de Género y Cultura (CEGECAL) de la Universidad de Chile.

Francisco Jara Bustos

Cristeva Cabello

Activista de la palabra, periodista feminista y Magíster en Comunicación Política, Universidad de Chile. Desde el 2016 realiza el curso “Comunicación y Sexismo” en el Instituto de la Comunicación e Imagen, Universidad de Chile. Desde 2016 participa en el proyecto “Es Mi Cuerpo” de Amnistía Internacional-Chile que promueve la educación sexual en jóvenes.

Verónica Figueroa Huencho

Silvia Lamadrid

Socióloga de la Pontificia Universidad Católica de Chile. Magíster en Ciencias Sociales con mención en Sociología de la Modernización, Universidad de Chile. Doctora en Historia con mención en Historia de Chile en la Facultad de Filosofía y Humanidades, Universidad de Chile. Coordinadora del Núcleo de Investigación Género y Sociedad Julieta Kirkwood.

Carolina Huenchullán Arrué.

Carolina Muñoz

Magister en Estudios de la Diferencia Sexual, Duoda Centro de Investigación de Mujeres de la Universidad de Barcelona, y DEA (Master) en Ciencias de la Información y la Comunicación, Universidad de Paris 8. Periodista y Licenciada en Comunicación Social.

Entrevistadas/os

Daniela Catrileo: Licenciada en educación, profesora de filosofía y destacada poeta mapuche. Forma parte del “Kolectivo Mapuche Feminista Rangiñtulewfü”. Autora de los libros de poesía “Río Herido” (2013), “Invertebrada” (2016), entre otros.Jorge Díaz Biólogo feminista, Doctor en bioquímica molecular y activista colaborador del Colectivo Universitario de Disidencia Sexual. A lo largo de su trayectoria académica ha destacado su investigación sobre el cáncer y la lucha por los derechos sexuales y reproductivos.Claudia Pascual Antropóloga Social de la Universidad de Chile. Fue Ministra Directora del Servicio Nacional de la Mujer desde 2014 y hasta 2016, para convertirse posteriormente en la primera Ministra de la Mujer y la Equidad de Género.Karina Cabrera Estudiante de Sociología, de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Chile. Es fundadora y ex dirigente de la Secretaría de Sexualidades y Género (SESEGEN) de dicha facultad, creada en 2016.

inscrições aqui

Feminismos Negros – Seminário virtual do CLACSO

Coordinación: Rosa Campoalegre Septien (CIPS, Cuba) y Claudia Miranda (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Inicio: 30/09/2019 | Inscripción: 04/02/2019 al 27/09/2019

Carga horaria: (12 semanas) 48 horas de trabajo con profesor y 120 horas de dedicación total

Modalidades de pago
Si usted tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 95 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted tiene vínculo con una Red o Institución Asociada a CLACSO:

  • Abonando en un pago: USD 140 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Si usted NO tiene vínculo con un Centro Asociado a CLACSO:

  • Abonando en un pago ANTES DEL 17/09/2019: USD 150 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).
  • Abonando en un pago: USD 190 (incluye gastos de emisión y envío del certificado digital).

Presentación del curso:

Iniciamos este seminario en el contexto del Decenio Internacional de los Pueblos Afrodescendientes,con la intención de rebasarlo. Nuestro seminario forma parte del proyecto estratégico para alcanzar un conjunto representativo de demandas de formación académica y política, que tenga a las mujeres racializadas como interlocutoras y agentes directos de producción de conocimientos.

Los feminismos negros constituyen la razón de ser y el fundamento del seminario.Desde ese lugar de enunciación, el colectivo docente une a académicas-activistas afrofeministas, integrantes del Grupo de trabajo CLACSO “Afrodescendencias y propuestas contrahegemónicas”. Compartirán este espacio Rosa Campoalegre (Cuba), Anny Ocooró (Colombia) y Claudia Miranda (Brasil). Distingue al seminario la voz potente y hermosa de la mujer negra, interpretando, narrando y transformado por sí misma su historia ancestral.

El seminario comprende a los feminismos negros, teniendo en cuenta su complejidad y los define en calidad de teoría crítica, campo de acción, lugar de enunciación, posicionamiento ético y proyecto histórico de lucha. Son asumidos, en plural, a partir de la diversidad de sus contextos, heterogeniedad social y estrategias de lucha contra el racismo.

Múltipes razones justifican que desde el Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales se instale un seminario virtual dedicado a los feminimos negros. La primera de ellas está relacionada con la propia naturaleza y sentido histórico de CLACSO, devenida en red global de pensamiento crítico con fuerte presencia feminista.


Contenidos:

  • Los feminismos negros como proceso: lo invisibilizado emerge
  • Raza y racismo: Las contribuciones del feminismo negro para la lucha antirracista y anticolonial
  • La perspectiva interseccional
  • Movimiento de mujeres negras en América Latina y el Caribe
  • Plataforma política de las lideresas de América Latina y el Caribe ante el decenio internacional de los pueblos afrodescendientes
  • Feminismos negros y las dimensiones políticas, pedagógicas y espirituales: activismos de las afrobrasileñas
  • Las “Madres de santo”: Dimensiones político-organizacionales y lucha por reconocimiento en Brasil
  • Cuba: mujeres negras voces y silencios en resistencias
  • Disputas epistemológicas: Las investigaciones en redes de mujeres negras
  • Análisis comparado: Brasil, Colombia, Argentina y Cuba: mirando desde los feminismos negros

Bibliografía General del Seminario

  • Curiel, Ochy 2007 “Los aportes de las afrodescendientes a la teoría y la práctica feminista. Desuniversalizando el sujeto “Mujeres””, En Maria Luisa Femenias (Comp.), Perfiles del Feminismo Iberoamericano, vol. III. (Buenos Aires: Catálogos).
  • Jabardo, Mercedes (ed) 2012 Feminismos negros. Una antología. (Madrid: Traficante de sueños).
  • Carneiro, Sueli 2003 Ennegrecer el feminismo.
  • Bonilla Silva, Eduardo 2011 “¿Qué es el racismo? Hacia una interpretación estructural”. En: debates sobre ciudadanía y políticas raciales en las Américas Negras. (Cauca: Universidad Nacional de Colombia y Universidad del Valle.
  • Carneiro, Sueli. 2003 “El color del feminismo en Brasil”.
  • Crenshaw, Kimberly 2002 Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero”, (Florianopolis: Estudos Feministas) año 10.
  • Viveros Vigoya, Mara 2016 “La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación”. En Debate Feminista 52, (Bogotá: Universidad Nacional de Colombia)pp. 1-17.
  • Curiel, Ochy 2002 Identidades esencialistas o construcción de identidades políticas: El dilema de las feministas negras. Otras Miradas [en linea] 2002, 2 (diciembre): [Fecha de consulta: 31 de enero de 2019] Disponible en: ISSN 1317-5904
  • Gonzalez, Lélia 1988 A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, 92/93 (enero/junio 1988): 69-82.
  • Curiel, Ochy 2007 Los aportes de las afrodescendientes a la teoría feminista. Desuniversalizando el sujeto “Mujeres”. (Buenos Aires: Perfiles del Feminismo Iberoamericano) vol. III Catálogos.
  • Campoalegre, Rosa 2017 Más allá del Decenio de los pueblos afrodescendientes en Campoalegre, R. y Bidaseca,K (cords). Más allá del Decenio Internacional de los pueblos afrodecendientes. (Buenos Aires:CLACSO).
  • Comisión Económica de América Latina y el Caribe 2018 Mujeres afrodescendientes en América Latina y el Caribe. Deudas de igualdad. (Santiago de Chile: CEPAL).
  • Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora. Plataforma política de las lideresas de América Latina y el Caribe ante el decenio. En Campoalegre (ed.) Afrodescendencias. Voces en resistencia. (Buenos Aires: CLACSO/CIPS).
  • Carneiro, Sueli 2003 Mujeres en movimiento en (São Paulo:Estudos Avanzados) 17 (49).
  • Neto, Maria. I. D 2003 La puerta, el puente y la red: reflexiones para pensar (el concepto de red y el concepto de comunidad) En Neto, MARIA.I.D. y Pedro, R.M RL. Tejiendo el desarrollo. Saberes, género, ecología social. (Rio de Janeiro: Mauad Editora).
  • Campos, Zuleica. D. P. 2011 De Mãe de Santo a Mulher: Invenção e Reinvenção de Papéis. (São Paulo: Revista Mandrágora) , v. 17, p. 17-37.
  • Cavas, Claudio. y Neto, M. I. 2017 A diáspora negra: como as mulheres recriaram através da religião a África “imaginada” no Brasil de todos os santos.(Santa Catarina:Fazendo gênero).
  • Rubiera, Deysi e Inés María Martiautu (comps.) 2011 Afrocubanas.Historia, pensamiento y prácticas culturales (La Habana: Editorial Ciencias Sociales).
  • Collins, Patricia Hill 2016 Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. (Revista Sociedade e Estado) – Volume 31 Número 1 Janeiro/Abril.
  • Miranda, Claudia 2016 Intelectuais afrobrasileiras e suas contribuições para uma crítica pós-colonial feminista.
  • Campoalegre, Rosa 2018 Feminismos negros en clave descolonial: Enfoques, tensiones y futuros desde Cuba. (Bilbao: Cubainforma) Disponible en www cubinformción tv.
  • Ocoró, Anny y Alves, Maria José de Jesús 2018 Negritudes e africanidades na América Latina e no Caribe. (Uberlandia: Ribeirão Gráfica e Editora).Vol 2.
  • Segato, Rita Laura 2015 El Édipo negro: colonialidad y forclusión de género y raza en La crítica a la colonialidad en ocho ensayos y una antropología por demanda. (Buenos Aires: Prometeo).

inscrições aqui.